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Melhores Jogos de Wii

Publicado: 19 de junho de 2014 em Listas
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Essa é uma lista que eu estou fazendo, então ela vai mudando conforme eu for jogando mais jogos.

Os Melhores do Wii

skywardsword-1The Legend of Zelda – The Skyward Sword: Certamente o melhor jogo de toda a biblioteca do Wii. Mas eu vou começar falando do que ele tem de errado. A velocidade dos textos é muito lenta e apertar botões apressa eles muito pouco, além do fato de que Fi, a companheira do Link nessa aventura, fala muito, fala as coisas mais óbvias e se repete muito. Isso se torna muito irritante, e é um enorme retrocesso em relação a Twilight Princess. Além disso, tem uma parte do jogo que me irrita muito também, que é uma certa luta aérea contra um chefe. Na verdade, voar de pássaro é uma coisa muito chata que existe nesse jogo. Sempre que a Big N inventa de colocar isso nos jogos, se torna algo maçante, seja no Twilight Princess ou no Mario Galaxy 2. Agora os pontos positivos, que são muitos e superam em muito os pontos negativos. O jogo é genial, certamente feito por pessoas que são gênios. Eu não duvido que Eiji Aonuma, o responsável pela série Zelda, esteja num nível superior ao resto da humanidade, pelo menos intelectualmente. Os puzzles são todos muito bem pensados, e há uma grande quantidade deles. Na verdade, todas as partes boas do jogo vem em gigantesca quantidade (e qualidade). Na verdade, o level design é um dos melhores, mesmo dentro da excelência imposta pela própria série Zelda. O jogo traz algumas inovações à franquia, a maior delas sendo o Motion Plus (que é necessário para jogar), que permite jogabilidade 1×1, ou seja, tudo que você faz com a espada é pêgo imediatamente pelo jogo. Isso é utilizado de maneiras criativas e interessantes dentro do jogo. Outra novidade interessantíssima é a barra de stamina, ela incrementa muito o jogo, permitindo adicionar dificuldade, já que o Link se cansa, e também movimentos a la Prince of Persia. Os gráficos estão maravilhosos, e a parte artística visual também brilha muito. Além do mais, são gráficos que não vão envelhecer, devido a uma escolha artística de adicionar um filtro que faz parecer meio que uma pintura e, ainda por cima, disfarça quaisquer defeitos visuais que o jogo tivesse. A trilha sonora é ótima, também, e a qualidade técnica é superior nessa versão, finalmente orquestrada. O jogo também apresenta uma gigantesca variedade de conteúdo, de maneira que é uma das coisas na vida que vale o preço que se paga, e até o ultrapassa. Sério, a quantidade de conteúdo principal já é gigantesca, o jogo é enorme, e ainda tem as sidequests. super-mario-galaxy-2-20090602012052378_640w

Super Mario Galaxy 2: É inegável toda a sua qualidade. Apesar de pra mim ele se parecer muito com uma coletânea de minigames minimamente conectados e não uma experiência coesa de jogatina, em todos os momentos existe a genialidade de Shigeru Miyamoto bem visível.  O jogo é longo, apresenta muitos desafios interessantes, diferentes e geniais, com a jogabilidade galaxy, ou seja, usando a gravidade dos cenários. Os gráficos são alguns dos melhores gráficos do Wii e a sonoridade também é excelente. É o melhor Mario 3D já feito e é tão criativo e realmente impressionante que é difícil de acreditar.

ss-002Pandora’s Tower: Sendo o último jogo lançado da Operation Rainfall, o hack’n slash da Ganbarion parece bastante com um Zelda. Só que ele é mais inovador e isso torna ele bem interessante. A jogabilidade se baseia na Oraclos Chain, e ela é um dispositivo de jogabilidade que utiliza muito bem as capacidades do Wiimote, principalmente o pointer. Você utiliza ela para arrancar coisas dos inimigos, se dependurar pelos cenários e afins. A jogabilidade é bem calibrada e responsiva, e também é rápida e criativa. Os cenários são todos muito interessantes criativa e tecnicamente, já que os gráficos são estonteantes. A ótima sonoridade completa o pacote. Por fim, a maior inovação do jogo é a mecânica do tempo. Enquanto você está nas dungeons há um timer contando e, caso você o exceda, a moça que você está tentando salvar no jogo se torna um monstro e você perde. Eu pensei que havia a possibilidade de esse ser um gimmick falho e irritante, mas não. Funciona maravilhosamente bem, com você abrindo atalhos para sair da dungeon quando preciso. Também ajuda que o jogo é muito competente em te fazer ter compaixão pela donzela. Por fim, não posso deixar de saudar o louvável esforço da Xseed, que foi quem localizou o jogo para a América. A tradução E a dublagem ficaram ótimas. sonic.colors.review.111010-530px

Sonic Colors: Não que seja um jogo excelente nem nada do tipo. Mas ainda assim é o melhor jogo 3D do Sonic desde o Adventure 1 do Dreamcast. Apresentando alguns dos melhores gráficos do Wii, e considerando que a soundtrack de um Sonic nunca decepciona, temos a jogabilidade como algo muito bem feito, principalmente com a adição dos power ups conhecidos como wisps. O único problema que eu tenho com a jogabilidade desse título é que ela é muito desconexa, no sentido de que não há plataformas nas partes 3D e não há correria nas partes 2D. É como se fossem dois jogos diferentes misturados em um. De qualquer forma, o jogo é bastante recomendável. new super mario bros. wii screen 5

New Super Mario Bros. Wii: Um dos melhores jogos do Mario, é uma experiência inacreditavelmente boa. Tanto o excelente multiplayer quanto o ótimo single player funcionam muito bem. E o design das fases é algo que precisa ser visto pra se acreditar, de tão genial. Além de que a responsividade aos comandos torna tudo muito fluido. Os gráficos são ótimos e a sonoridade, embora não tão inspirada quanto em certos outros jogos da série, ainda assim incrementa muito bem o jogo.

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Wii Sports Resort: Nem vou colocar o Wii Sports aqui, considerando que o Resort o tornou obsoleto. Sim, há modalidades que estão presentes nele que o Resort não tem, mas depois de jogar usando o Motion Plus, é impossível querer voltar pro IR (infravermelho, o modo do Remote em motion plus). Além do que, certas modalidades são substitutas, o tênis de mesa, por exemplo, é a mesma coisa do tênis, só que mais objetivo. Enfim, jogar esses esportes 1×1 é incrível, destaque principalmente para o tênis de mesa/ping-pong, e também são ótimos arco-e-flecha e frisbee. Até por que em alguns, como os dois mencionados agora, permitem que dois ou mais jogadores se enfrentem alternadamente, mesmo tendo apenas um joystick. Aliás, eu me pergunto por que os videogames de hoje em dia vem com um só joystick, antigamente sempre vinham com dois. É algo a se pensar. Enfim, WSR é obrigatório a todos os donos de Wii. the-legend-of-zelda-twilight-princess-wii-version-20060607043210896 

The Legend of Zelda – The Twilight Princess: Esse é, para todos os efeitos, um jogo portado do Game Cube. Portanto, em certos aspectos ele não é tão impressionante. Por exemplo, as texturas se repetem muito devido à pequena capacidade de armazenamento dos discos do GC. Enfim, o fato é que eu gosto mais do estilo de gráficos realistas do Twilight do que do estilo artístico empregado em Skyward Sword, que o aproxima mais do cartunesco. Apesar de que o estilo do Skyward leva certas vantagens, já que o estilo realista do Twilight em certos momentos apresenta um visual muito genérico. E mesmo sendo um jogo do Cubo, impressiona muito, como na floresta cheia de vida do princípio do jogo, e vários outros momentos. A trilha sonora é ótima artisticamente, mas peca um pouco na qualidade técnica. Os puzzles são geniais como sempre, e é ótimo jogar como lobo, também. Apesar de que pegar as Tears é um saco (tanto aqui quanto no Skyward, mas elas são mais chatas aqui). Outro aspecto em que ele é melhor do que o Skyward é que o texto não é tão devagr e pode ser apressado e a Midna não é tão óbvia e falastrona quanto a Fi. O jogo é enorme e variado, como sempre, e também muito original. A trama é muito bem apresentada, com as melhores cenas que eu já vi na franquia Zelda; são bem mais cinematográficas do que as dos outros jogos. Mario_Kart_Wii_

Mario Kart Wii: Mesmo quem não gosta de um jogo de corrida (eu na maior parte do tempo) MKW é um jogão. Valores altíssimos de produção e de diversão, muito conteúdo, ótimos gráficos e músicas a parte artística também é matadora. Não tem nada menos do que espetacular a respeito desse título. É um jogo de alto calibre, com muita personalidade e capacidade de encantar. E mais, um jogo de corrida com level design (fantástico, by the way). Mario Kart Wii ainda adicionou bem-vindas novidades à formula de Mario Kart. No caso, agora se pode correr em motos e não mais apenas karts, e também a maravilhosa adição da habilidade divertidíssima de drift (derrapagem). just-dance-3-wii-10

Just Dance 3: Um jogo contagiante de dançar, com coreografias muito divertidas para ser feitas com amigos (ou sozinho) e gráficos vibrantes que te convidam a entrar na dança. O jogo é da Ubisoft, então a parte técnica é um primor. Eu não sei se a leitura dos seus movimentos com o Wiimote é tão precisa, até por que não há suporte ao Motion Plus (nenhum jogo de dança do Wii tem), mas pela minha experiência, a fidelidade não é tão ruim. Ah, a seleção de músicas também é muito boa. resident_evil_remake_poster___the_remake_by_iceweb38-d5fjavm

Resident Evil Archives: Resident Evil 0 e Resident Evil Remake: Ambos são jogos de Game Cube, na verdade, apenas portados para o Wii. Imagino que o motivo disso, mesmo que o Wii tenha retrocompatibilidade, é a dificuldade em encontrar esses jogos em sua versão para o GC e a Capcom querer ganhar dinheiro fácil.Eu agradeço por isso, já que versões posteriores do Wii não tem retrocompatibilidade (meu Wii é um desses) e os jogos são ótimos. A ponto de eu colocar eles entre os melhores do Wii. E eu fiz isso simplesmente por que eles são tão exclusivos das plataformas Nintendo. Enfim, com relação a jogar eles pela combinação Wiimote + Nunchuck, eu acredito que seja quase ideal, e funciona perfeitamente bem, mas o analógico certamente não é a melhor forma de controlar jogos com controle tanque. Um direcional comum seria muito melhor. Felizmente, esses jogos tem suporte ao Classic Controler e ao joystick do Game Cube. São jogos muito bons, com grande esforço colocado em sua confecção pela Capcom, que deveriam ter recebido maior atenção na época em que foram lançados e deveriam receber mais atenção atualmente também. Especialmente o RE0.

Donkey Kong Country Returns: Jogão com jogabilidade 2D e gráficos primorosos e simpáticos, que te coloca em situações criativas e desafiadoras.

Metroid Prime Trilogy: Especialmente o 3 Corruption, que é único dessa coletânea que foi feito já se pensando no Wii Remote, pois o Metroid Prime 1 e o 2 Echoes foram feitos para o Cubo e apenas portados. Mesmo que não é particularmente fã de FPS, como eu, gostará desse jogo, pois ele tem exploração, plataforma, o estilo metroidvania, eles são considerados FPAs (aventura em primeira pessoa).

Super Paper Mario: Jogo muito bacana da subsérie Paper Mario, com uma mecânica super original e bem implementada e, no geral, um jogo com carisma.

Outro jogo que eu preciso jogar mas já posso supor que é um must-have, é Metroid Other M.

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Dicas de HQs Para Ler

Publicado: 6 de novembro de 2012 em hq, Listas

Seguindo a (minha) onda de listas de dicas de coisas (LdDdC para os mais sem noção íntimos), aqui vai uma lista de HQs que se Seu Ladir entrasse em mim diria que são “mara!!!”. “Seu Ladir entrasse em mim” tem duplo sentido. Ignorem.

Planetary: Uma série de HQs que tem como tema os arqueólogos do desconhecido. E recebe muito menos atenção do que deveria, vide que é tão bem escrita, desenhada e surpreendente. [Wildstorm]

Transmetropolitan: Ela é desse estilo de obra sem censura, sabe? E trata de um futuro distópico e louco em que você acompanha um personagem (distópico e) louco que é um repórter investigativo. E ainda uma visão de futuro muito interessante. [Wildstorm]

*The Authority: Maior representante dos quadrinhos chamados widescreen. É sobre heróis que não tem muitos limites para o que fazem. Acompanhando a falta de limite de seus mocinhos, as HQs também são totalmente irrestritas, com relação a temas, assuntos e escopo. [Wildstorm]

Red Hood – Lost Days: Uma mini que conta como o ex-Robin Jason Todd se tornou no novo Red Hood (Capuz Vermelho), na época em que *spoiler* Batman é dado como morto. */spoiler* Tie-in de Battle for the Cowl [DC Comics]

Huntress: As histórias da Caçadora Helena Bertinelli são cheias de estilo e graça e elegância.  Ela tem duas HQs que conheço, a Ano Um  dela e uma mini nos Novos 52.[DC Comics]

*Manhunter: A caçadora Kate Spencer é uma heroína bem mais interessante do que o normal e sua bem fechada história é original ao extremo dentro do mercado de quadrinhos americano. [DC Comics]

*Young Avengers: Que a Marvel é craque em personagens adolescentes, todo mundo sabe. Mas escrita por Allan Heinberg, YA é uma HQ ainda melhor escrita dentro desse contexto. Embora que esteja sendo mal utilizada pela editora atualmente. [Marvel]

New Avengers: Os Novos Vingadores são bem mais interessantes do que a equipe original e isso eleva muito o valor e o teor das histórias. [Marvel]

*Daken -Dark Wolverine: Quando o Wolverine é dado como morto, Daken, filho deste, se une À equipe Dark Avengers, de Norman Osborn. Muito boa essa história. [Marvel]

Terra Um: Terra Um é um subtítulo utilizado pela DC Comics para histórias de origem, e todas elas acabam sendo muito boas. Eu aconselho Batman: Terra Um e Superman: Terra Um. [DC Comics]

Batman: Ano Um: A história de origem do Batman por excelência, tem até um (ótimo) filme em animação. [DC Comics]

Red Robin: Uma mini situada na mesma época de spoiler que o Red Hood Lost Days, apresentando o atlético herói Red Robin em momentos interessantíssimos de sua história. E é um tie-in de Batman R.I.P..[DC Comics]

*Universo DC – Legados: Uma série muito bacana de histórias, que todo leitor de HQs (principalmente da DC) tem que conhecer, contando desde as primeiras eras de seus quadrinhos. Apesar de essa história já ter sido rebootada, invalidada portanto, ainda assim vale a pena ler. [DC Comics]

Morte da Família: Uma das sagas mais atuais do Batman, a reinserção do Coringa depois do reboot (New 52. Flashpoint). E ele voltou com tudo, realmente louco e com uma qualidade absurda! [DC COmics]

atual fase dos Lanternas Verdes: Uma saga heróica espacial muito boa (e épica). Tudo começa com Crepúsculo Esmeralda (Emerald Twilight). E então Day of VengeanceLanterna Verde Renascimento (fazem parte da saga Crise Infinita).  E então tem várias sagas , começando pela War of Light, depois Sinestro Corps War, Blackest Night, Brightest Day e War of the Green Laterns. E as sagas se estendem até hoje, com Revolt of the Alpha Lanterns, Rise of the Third Army Wrath of the First Lantern. Ufa! Muita coisa pra ler. As sagas mais atuais pra mim são o mais indicado, ou seja a partir da Guerra de Luz. A Guerra de Luz se iniciou na revista do Lanterna Verde de 2005 (v4) e dos Green Lantern Corps (Tropa dos Lanternas Verdes) de 2006.Os nomes das sagas que eu citei acima em PT-BR: Noite Mais Densa, Dia Mais Claro, Guerra dos Lanternas Verdes, Ascenção da Terceira Armada, Revolta da Tropa Alfa e Fúria do Primeiro lanterna. [DC Comics]

A Batalha Pelo Manto: O que acontece quando o Batman some, dado como morto. Gotham se torna um caos por causa disso e o trabalho recai sobre a bat-família. [DC COmics]

LJA vs Vingadores: Uma saga que me surpreendeu positivamente, por sua relevância e por ser uma boa leitura. Geralmente quando as empresas fazem (faziam?) crossovers, não ficava lá essas coisas. Mas esse fugiu à regra e é uma leitura muito agradável. [Marvel & DC Comics]

*Batman Beyond Unlimited: A nova revista do Batman do Futuro (intitulada “Sem Limites”) foi uma grata surpresa para a a minha pessoa. É realmente uma grande obra, sabendo usar o UnDC muito bem, todo o universo parece convergir aqui. Fora que é uma HQ que tem carisma. Recomendo.  [DC Comics]

*Terra 2: Earth 2 é um épico. Sem mais. Epicidade nível supremo reinando nesse comic book. Praticamente um Game of Thrones super heroico. [DC Comics]

Lista de Episódios Essenciais de Fringe

Publicado: 11 de setembro de 2012 em Listas, Séries
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Vindo diretamente desse artigo que me ajudou muito a conseguir ver Fringe, pulando todo o começo que demorou a engrenar. E isso por um simples motivo, tinha potencial… e quando eu me vi nos capítulos da segunda temporada, eu percebi que o potencial se realizaria, como se realizou e a série se tornou absolutamente excepcional. Em comparação, já que JJ Abrams tem algo a ver com Fringe, eu devo dizer que Fringe é o que Lost, a obra mais famosa dele, deveria ter sido. Fringe funciona e responde as questões. Vamos à lista de episódios essenciais:

1×01 – Pilot

1×04 – The Arrival

1×10 – Safe

1×14 – Ability

1×17 – Bad Dreams

1×19 – The Road Not Taken

1×20 – There’s More Than One of Everything

2×01 – A New Day in the Old Town

2×04 – Momentum Deferred

2×08 – August

2×10 – Grey Matters

2×15 – Jacksonville

2×16 – Peter

2×19 – The Man from the Other Side

2×22/2×23 – Over There Parts 1 & 2

O artigo ainda diz que você pode pular os capítulos “Safe”, “Bad Dreams”, “Momentum Deferred” e “Grey Matters”. E linka a Fringepedia como uma boa fonte de informações (que é). Um adendo meu é que a partir da terceira temporada cada um dos episódios avança as tramas e/ou os personagens, de uma maneira muito bacana, a série pegou um ritmo muito bom.

Melhores Jogos do Play2 (so far)

Publicado: 13 de junho de 2012 em Games, Listas

So far por que eu vou melhorando enquanto vou conhecendo novos jogos, portanto, não vai ser uma lista muito eclética a princípio e pode demorar bastante a ser, mas pra isso existem os comentários. E com certeza eu não vou colocar qualquer jogo aqui, também, só os (poucos) melhores entre os melhores.

Trilogia Prince of Persia: Na minha opinião até agora, são os melhores jogos de toda a biblioteca do PS2. São perfeitos e extremamente bem realizados pela extremamente competente Ubisoft. Tem uma jogabilidade muito bacana, cheia de desafios baseados na habilidade do jogador, gráficos lindos esteticamente (e artisticamente), valores altíssimos de produção e interessantes do começo ao fim. Geniais.

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Mortal Kombat – Shaolin Monks: O melhor beat’em up do PS2, cheio de estilo, sangue e porrada, além do fan service. Tem os gráficos bacanas, um tamanho legal, e jogar de 2 é a maior diversão. É, também, um dos jogos mais sinceros da biblioteca do PS2.

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God of War: Embora a porrada nesses jogos seja meio repetitiva, são jogos que impressionam, com gráficos e sons acima de qualquer previsão. Além disso, sua jogabilidade não é só porrada, adicionando elementos de plataforma e puzzle na mistura (na medida certa). A execução da trama, o modo de contá-la, faz toda a diferença, é muito bom. E a sanguinolência também ajuda.

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Black: Embora FPS não seja meu estilo de jogo favorito, eu tenho que admitir que Black é uma grata surpresa (e uma difícil também). Os gráficos estão entre os melhores do PS2 e todo o resto acompanha.

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Resident Evil 4: RE4 é outro dos jogos que eu considero perfeito (embora eu pessoalmente prefira os antigos imperfeitos RE survival horror). Tudo aqui funciona tão bem que o maravilhamento persiste durante o jogo todo. Apesar de ser a versão mais fraca, já que o Game Cube tem mais capacidades que o PS2, essa ganha por ter o mini-game Separate Ways, em que você joga com a Ada. RE4 é, impossivel negar, muito muito bom.

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Resident Evil Code Veronica X: Um dos melhores Resident, e um jogo completamente ignorado pela maioria dos gamers. É um absurdo. Ele é muito bom e só a versão do PS2 pra dar um pouco de dignidade a esse título, depois do fracasso do Dreamcast, o console original de lançamento dele. Sim, está um pouco defasado, mas ainda assim vale muito a pena pelo conjunto da obra.

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Jack and Daxter – The Precursor Legacy: Um viciante e perfeito platformer, a evolução naturald e Crash Bandicoot. Completamente impressionante graficamente, o jogo apresenta um draw distance gigantesco e funciona sem nenhum loading. Nunca. E isso contando com gráficos muito bonitos e animações dos personagens perfeitamente realizadas. Tem muita comédia e diversão.

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Final Fantasy XII International: Por mais que eu não tenha particularmente gostado da abordagem MMO desse jogo, e a considere inferior à abordagem mais intimista dos outros jogos da série, é inegável que os valores de produção e toda a qualidade de FFXII brilham imensamente. E a versão Zodiac Job System, lançada injustamente só no Japão (mas traduzida pro inglês por fãs) é ainda melhor.Alguns dos melhores gráficos do PS2 (só perde pro Metal Gear Solid 3 Subsistence) e jogabilidade muito boa, além de uma dublagem espetacular e expressões faciais.

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Final Fantasy X: Uma história muito boa, ótimos personagens, absolutamente um dos melhores sistemas de batalha em RPGs. Tudo isso pode ser encontrado em FFX, junto com um dos melhores gráficos, considerando ter sido um dos primeiros jogos do PS2.

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Tales of the Abyss: Uma das melhores histórias que eu já vi, e é o melhor RPG do PS2 (ente os que eu joguei). Os inimigos são visíveis na tela, o sistema de batalha é action, o jogo não é difícil, há certos puzzles nas dungeons, então o jogo não fica só batalha-batalha e/ou batalha-conversa-batalha. Os gráficos são bons, melhores artisticamente do que tecnicamente.

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Shadow Hearts Covenant: Um RPG diferente, com um clima todo dele, que por ser diferente se torna muito interessante. Além de usar de algumas convenções de jogabilidade dos antigos Resident Evils. Na minha opinião, ele é um RPG muito original, que consegue se diferenciar muito da concorrência. E, mesmo assim, tem a qualidade de um Final Fantasy.

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Silent Hill 23: Os dois são absolutamente excelentes jogos e também excelentes obras de terror. Com certeza vale a pena ter os dois na sua biblioteca de jogos de PS2, por que eles realmente valem a pena e, realmente, não podem faltar. Não existe nada como a série Silent Hill, mesmo que tenha havido tentativas de imitação no decorrer dos anos. SH2 tem uma história muito boa e forte e SH apresenta alguns dos melhores gráficos do play2.

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Virtua Fighter 4 Evolution: Jogos de luta 3D não são a minha praia. Mas mesmo eu sou capaz de ver a qualidade da série VF, mais especificamente de sua quarta iteração, e ainda mais da melhorada edição Evolution. A jogabilidade é equilibrada e técnica sem ser complicada. Ou seja, ela é complexa e profunda. Os gráficos são ótimos, enfim, o game funciona muito bem como um todo.

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Dead or Alive 2 Hardcore: Versão melhorada do clássico da Tecmo lançado para o Dreamcast. A jogabilidade, assim como em VF, é também simplificada mas complexa. E os gráficos também são soberbos, embora um pouco defasados por ser já um jogo antigo. Na verdade, ele pega claras inspirações na série de luta da Sega (VF). Tem muitos sistemas interessantes, como agarras os golpes do inimigo e também arenas multinível.

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Menções Honrosas:

Psi-Ops: The Mind-Gate Conspiracy usa a engine de físicas Havok de uma maneira surpreendente e, não fosse sua dificuldade injusta em determinadas partes, estaria no top (e não como menção honrosa). Funciona muito bem e é um dos melhores adventures que o PS2 oferece.

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Jogos de PSX: Os jogos do Play1 são jogáveis no PS2, por que ele tem retrocompatibilidade. E aqui eu já fiz um post sobre os melhores jogos do PS1.

Emulador de Super Nintendo: O Snes Station  permite jogar as pérolas dos 16-bits no 128-bit da Sony. Eu só não vou colocar o PGen, o emulador de Mega Drive aqui, por que ele não funciona muito bem e certamente não funciona tão bem quando o Snes Station, apesar de dar para o gasto também.

Porquê todo mundo é tão negativo? Sério, a maioria das coisas que eu leio é destacando o lado negativo das coisas. Eu queria eu mesmo ser imparcial. Mas eu sei que eu só falo das coisas boas, porque só falo das coisas de que gosto. Posso até passar pelas coisas ruins, mas elas são tão pequenas comparadas com as boas. E, sinceramente, é assim nos jogos de Sonic. As pessoas parecem nem pensar um pouco e analisar antes de criticar. Vamos ver algumas críticas sobre novos games de Sonic e comparar com os antigos.

Modernização

Existem muitas críticas na net contra Sonic em cidades e etc.. Inclusive críticas aos Adventure, que na época que saiu foi super aclamado. Mas nos antigos jogos de Sonic, ele andava em fábricas, cassinos, bases militares. Isso é urbano, então não é novo o Sonic correr por cidades.

Humanos

Também se tem criticado muito os humanos em aparições no mundo de Sonic. Elise, por exemplo. Mas Robotnik é humano. E ele é um dos personagens mais principais de todos. Por quê ele seria o único humano existente em todo o mundo? Além do mais, o ambiente urbano permite a existência de humanos no universo do blue blur.

Sonic fala!

O que realmente não tinha nos jogos clássicos. Exceto o que parece ser um “bubble” que Sonic fala ao pegar uma bolha nas fases aquáticas. Mas jogos 3D pedem vozes, praticamente, ainda mais na geração atual. Mario passou a ter vozes e ninguém nunca achou ruim. O problema real é as vozes não darem certo, serem mal sincronizadas ou a dublagem ser ruim. E é óbvio que, se os animais fazem aeroplanos, se tornam amigos uns dos outros e um ouriço é heróis, que esses personagens tem que falar. Podia ser só uns textinhos, mas com vozes fica mais completo.

Tamanho

Isso nem de longe é um ponto negativo. Um zilhão de vezes um game perfeito de 3 fases do que um quase bom de 254. Eu acho que grande culpa do Sonic ter jogos ruins vem da Sega tentar aumentar o tamanho dos jogos, porque hoje em dia o povo tá viciado em jogos grandes que demoram 3 anos, 4 meses, 455 dias, 1 hora e 2 minutos pra ser completados! Os antigos jogos de Sonic eram curtos.

Excesso de Personagens

Nos antigos jogos, cada um deles trouxe um personagem diferente. Primeiro o Sonic e o Robotnik e só. Depois o Tails (e o Metal Sonic), depois o Knuckles, depois a Amy. Só o Adventure que trouxe um pouco mais. Tá, era uma progressão pequena no número de personagens. Mas ainda assim sempre tinham personagens novos. E talvez esse aumento cada vez maior nessa progressão seja, exatamente, pra aumentar o tamanho dos jogos.

Excesso de comandos

Essa crítica eu não li em quase lugar nenhum. Ela é mais minha mesmo. Porque eu acho a série Rush muito, mas MUITO cheia de comandos. Cada jogo clássico do Sonic tinha uma inovação. O Spin Dash no 2. As bolhas com poderes no 3 (e o voo e o nado do Tails). Knuckles e todos os seus poderes no Sonic & Knuckles. E no Adventure teve o Homing Attack. E depois, a partir de level ups, Sonic ganhava o Light Dash que anda por argolas e o destrutivo. Bem, mais comandos não tem nada de ruin, desde que o jogo mantenha um desafio, facilidade de manuseio e diversão.

Câmera

Jogos antigos não tinham câmeras. Era bem mais fácil utilizar-se do personagem neles. Mas eu até acho que, dada a velocidade do Sonic, aliada a complexidade dos cenários, a câmera e todo o sistema de todos os jogos do Sonic são perfeitos e fenomenais! Porque é quase impossível acertar 100%. Ao contrário de quase todo mundo, eu nunca tive problema nenhum com a câmera dos Sonics 3D. Sonic é um jogo de corrida com muito mais complexidade e misturado com plataformas e ação. É um conceito que alia alta velocidade e complexidade e que deve ser muito trabalhoso. Eu acho que o Sonic Team fez foi milagre com o Sonic em 3D. E eu acho Sonic Adventure e o Heroes jogos muito melhores do que o aclamado Mario 64. Gosto de linearidade.

Linearidade

Nos jogos antigos você podia fazer o quê de mais? Backtracking? Na maioria das vezes você só podia voltar um pouquinho pra trás, só nas primeiras fases do Sonic 1 você podia voltar a fase toda. Vários caminhos pra se chegar ao final da fase e isso tem nos Sonics 3D. agora escolher pra onde vai nunca foi algo existente nos jogos Sonic. E a tentativa de adicionar isso resultou nas horrendas Adventure Fields, que quebram o ritmo do jogo.

Tem correria demais!

Em parte eu posso até concordar. Sonic deveria unir velocidade e plataforma, e não separar o game em partes de plataforma e partes de velocidade. Correr enquanto pula nas plataformas e mata badnicks. É esse o estilo do ouriço. Pra falar a verdade, no começo eu nem sabia dessa história do Sonic ser rápido. Só sabia que era um ótimo platformer diferente dos demais. Faz poucos anos que eu descobri que ele era veloz, coisa e tal, pelo que li na internet. Mas, sinceramente, eu não vejo um excesso de velocidade em nenhum dos games do Sonic.

É fácil demais

Não posso dizer nada quanto a isso, porque eu gosto de jogos fáceis. Mas eu acho que tem bastante dificuldade nos Sonics 3D com relação às quedas.

Design do Sonic

Sério, gente? Se você ver os três primeiros Sonics, em cada um os personagens estão de um jeito. Sempre há evolução no design dos personagens. Mario, Crash, qualquer personagem evolui pra se adequar à época, à medida que o estilo do personagem vai ficando cada vez mais sólido. Além do mais, 3D é uma abordagem diferente, que merece uma cara diferente.

Level desgin

Concordo plenamente. Design das fases é a alma do negócio. Tem que valorizar os personagens e gimmicks. Minha maior reclamação é com as fases de Cassino. Credo, o que fizeram com aquilo! No Mega Drive, todas as fases eram de plataforma. Não tinha uma única fase que destoasse do conjunto. Mas nos Sonic 3D adicionaram partes de aventura sem plataformices e pinball, que deveria ser um jogo separado ou mini-game extra, mas nunca vir no meio e cortar a ação do game, e ainda sendo obrigatório. Pra mim, o ÚNICO erro dos jogos de Sonic em 3D.

Músicas

Tá certo, as músicas dos antigos eram perfeitas. Não ligo muito pra músicas, mas pra mim rock combina com o estilo edgy e cool do personagem.

E só apertar pra frente e pronto

Mesmo nos jogos antigos tinham longas seções automáticas. É só exibicionismo. Mas ainda assim tem muitas partes em que você tem o total controle. E é certeza de que só apertando pra frente você morrerá.

História

Esse é um ponto complicado, de várias faces e diferentes visões. Por isso vou começar falando dos clássicos, quase sem história. Mas eles tinham uma trama, contada nos manuais de instruções. Mas in-game, a primeira vez que Sonic teve uma história aparente foi no Sonic 3 & Knuckles. Era bem simples. Então história é algo completamente desnecessário nesses jogos. Rogo que pulemos todas as cenas dos jogos do Sonic e nos foquemos só no gameplay. Porque Sonic é pra crianças também, então a história vai ser bobinha mesmo.

MELHORES JOGOS (Entre os que eu joguei)

12º Sonic Generations – Generations não é ainda um ressurgimento do Sonic por não ter um fator exploração bem implementado. Não que precisasse, mas é um elemento a mais (e um que S3&K tem de sobra) e, além disso, exploração é encorajada no Generations, através das estrelas vermelhas e caminhos alternativos. A falha está no fato de que, a despeito desse encorajamento, o jogo não parece ter sido feito com exploração em mento, com uma câmera restritiva, excesso de molas propulsoras e dashpads te empurrando pra frente, etc, etc. Desse modo, é como se o jogo estivesse brigando consigo mesmo. Ainda assim, é o melhor jogo 3D do Sonic (mas o Adventure tinha exploração melhor). Vale mencionar que considero o Generations um jogo mais 2D do que 3D (assim como o Colors), já que ambas as partes 2D (classic e modern) são as melhores partes do jogo, com mais profundidade, desafio e complexidade.

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Prós: Nostalgia

Contras: Não é perfeito

11º Sonic the Hedgehog 4 Episode 2 – O episódio 2 de Sonic 4 faz muitas coisas certas, muitas delas a primeira parte já havia feito, mas também houve grandes melhorias, como gráficos e física. O jogo funciona muito bem, apesar de não trazer praticamente nada de novo. Ainda assim, ele traz técnicas de dupla com o Tails e alguns gimmicks em fases específicas.

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Prós: A física funcional

Contras: Falta de originalidade

10º Sonic Colors DS – pela volta em grande estilo

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Prós: Jogabilidade Sonic!

Contras: A tela pequena do Ds não combina com o jogo.

Sonic CD – por ser bem clássico num gráfico meio novo


Prós: Viagem no tempo nas fases

Contras: Fases esquisitas mal-conceitualizadas

Sonic Heroes – jogar em trio não tem preço

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Prós: Jogar em trio.

Contras: Casino e Bingo. São CHAAAAAAAAAATOS!

Sonic Colors – diferente, mas bom

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Prós: Novidades refrescantes sem perder a identidade

Contras: Em 2D você faz plataformas, em 3D você corre. Os estilos de jogo são muito separados e isso depõe contra a coesão do jogo.

Sonic Adventure DX – pela revolução

Prós: Boa jogabilidade com Sonic nos action stages.

Contras: Adventure Fields são um pouco chatos e a Casino também. E as Sky Chase são inúteis.

Sonic the Hedgehog 2 – seqüência perfeita, fases temáticas e spin dash

Prós: Spin dash; mais zones, de 2 atos apenas.

Contras: Nenhum.

4º Sonic the Hedgehog – o início de tudo

Prós: Jogabilida intuitivíssima

Contras: Nada

Sonic and Knuckles – Knuckles e gráficos liiiindos

Prós: Knukles

Contras: Nada

Sonic the Hedgehog 3 – muito mais habilidades, fases complexas e saves

Prós: Poderes novos, saves e etc.

Contras: Nada

Sonic 3 and Knukles – S&K + Sonic 3!

Prós: Tudo

Contras: Nada

E vocês, leitores, que acham?

(mais…)

Série Final Fantasy. Uma luta com um dragão. É esse tipo de grandiosidade e qualidade épica que se vê nos três games da série principal no PSX: 7, 8 e 9. O 7 é um clássico absoluto, com uma história interessante e emocionante. O 8 tem talvez os melhores gráficos do Play1, com uma história também muito bem trabalhada. E o 9 traz a nostalgia da volta ao passado.

Soul Edge/Soul Blade. Lutas com espadas e muitos efeitos especiais. O efeito de rastro das armas brancas é um luxo! Eu considero esse o melhor game de lutas 3D do Play. Ele tem uns golpes interessantes, gráficos totalmente 3D (não aquele fundo de papelão do Tekken no PS). E também tem personagens muito bacanas de se jogar. Além disso, tem um modo com missões especiais pra destravar novas armas. É muito bom.

 

Alone in the Dark 4- The New Nightmare. Um bom jogo de luzes e sombras. Uma história profunda e obscura explicada magistralmente nos documentos encontrados na mansão Morton, envolvendo ambição desmedida e abusos de ciência e poder. Dois personagens com jogos realmente paralelos (não como em RE2, mas paralelos mesmo). Um ótimo survival horror!

 

Silent Hill. Prepare-se para o bizarro, para estar em lugares inimagináveis. Para o terror. Se utilizando de idéias muito interessantes pra escapulir das limitações do hardware do PS1, a Konami trouxe um jogo de terror psicológico (o 1º deles) e com uma sonoridade perfeita criada por Akira Yamaoka. Silent Hill é um título único e recomendadíssimo.

 

Metal Gear Solid. Furtividade. Foi isso que Metal Gear Solid trouxe para os games. Se esconder atrás das coisas, não ser visto… apesar disso, tem muita ação. Gráficos que são muito bons (até mesmo acima do que se pensava que o PSX podia ir) e uma trama inteligentíssima completam a grande obra de Hideo Kojima e da, sempre competente, Konami. Perfeito.

 

Parasite Eve. Um jogo de terror chique. Com forte elemento de RPG. E uma trama muito, muito boa. E jogabilidade original. E o début de Aya Brea nos games. A série Parasite Eve sempre foi muito boa, e os dois primeiros games foram no 32-bit da Sony. Os gráficos são bem legais, apresentando locações da vida real (em Nova York), com uma trilha envolvente também.

 

Série The King of Fighters’. Lutas ferozes e estilosas em 2D. Personagens icônicos. A série KOF trouxe tudo que a SNK sempre fez de melhor, principalmente nas iterações de 97, 98 e 99. Gráficos que, para a capacidade 2D do PS, eram estupendos. Jogabilidade perfeita. Muita ação. Sonoridade bem trabalhada. Enfim, um dos melhores games da biblioteca!

 

Castlevania- Symphony of the Night. Grandiosidade gótica em 2D. Os sprites animados estavam com tudo e mostraram o maior potencial do PSX em 2D com o novo Castlevania, que é por muitos considerado o melhor de toda a série. Cheio de opções, um castelo enooooorme e cheio de segredos, jogabilidades bem variadas. A  Konami (sempre ela) foi pefeita! Koji Igarashi é um mestre!

 

Legacy of Kain Soul Reaver. Gráficos full 3D e vampiros e mosntros. O novo game da saga LoK, o 1º da saga Soul Reaver, um game ótimo em muitos aspectos importantes. Embora tenha um uso excessivo das caixas, o personagem é praticamente um empilhador. Mas tem lances extremamente interessantes na jogabilidade desse game que o diferem de qualquer outro. Muita aventura!

 

Dino Crisis 2. Você com armas preso em uma selva com dinossauros. O que poderia ser mais interessante num game de ação em 3ª pessoa? Melhorando sobre o 1º DC em todos os aspectos, DC2 se tornou um clássico e um dos melhores gráficos do Play1. A Capcom fez um game que finalmente se diferiu do resto, apesar da premissa de jogo de horror. É um jogo que merece ser jogado por qualquer um.

 

Série Resident Evil. Cenários em destruição e aparente calmaria e perigo iminente. O título que redefiniu o gênero survival horror, criado por Alone in the Dark.  RE1 é puro terror. O 2 injetou boas doses de ação, seguidas e aumentadas exponencialmente pelo 3. Uma série que merece ser jogada do começo ao fim e que, até aqui, tinah uma das melhores histórias continuadas entre todos os jogos de videogame.

 

Série Crash bandicoot. Plataformas em seu ápice. Um jogo estiloso, com características únicas muito interessantes. Um game no mesmo nível dos clássicos Sonic e Mario. Só que em 3D. Tem uma linearidade que é uma coisa muito, muito, muito boa! E do 1 ao 3 cresceu de uma maneira estupenda, mantendo suas particularidades. Um ótimo game para toda a família.

 

Bomberman Fantasy Racing. Correr sobre bichinhos fofinhos não tm preço. Yoshi que o diga! Também não tem preço tascar bombas nos seus concorrentes.  Esse é um game para ser jogado por todos também, com corrida e muita ação e variedade, ainda mais no modo de 2 jogadores um contra o outro! Um ótimo jogo de corrida, mesmo para quem não gosta do gênero.

 

Xenogears. Um game especificamente bom por causa da sua história. Não que o resto não seja bom, mas à medida que a a história se torna mais proeminente, todos os outros elementos vão sendo deixados de lado. Ou seja, só para os amantes de uma boa (fantástica, a melhor) história. Quem é capaz de jogar um game pela sua trama. Xenogears, nesse caso, não é recomendado, é necessário.

Eu sei que é muita pretensão fazer um top de jogos do Mario. Mas é só a minha opinião, e eu acho interessantes listas (eu sei, todo mundo é fã delas), ainda mais rankings e tops. E, digo mais, só existem 4 jogos classificados pra essa lista. Polêmica à vista. Mas polêmica é uma maneira divertida de levar as coisas. Vamos ao 4º colocado (ah, não falei? Sim, é do menos perfeito até o mais que perfeito!).

P.S.: Eu vou atualizando a lista conforme for jogando mais jogos do encanador, ok? Ok, então.

5º LUGAR – Super Mario World 2 Yoshi’s Island (Super Nintendo)

Ficou no último lugar do pódio porque não é um game muito assim do Mario. Ele é bem mais focado no Yoshi. Mas tá na série Mario, então mereceu estar na lista. Além disso, ele é tão bom no geral como game, funciona de uma maneira tão interessante sempre que é impossível não gostar desse game. Fora que, relativamente, esse é talvez o game de mario que mais foi impressionante visualmente, por apresentar um conceito visual e uma execução e qualidade técnica muito além de qualquer expectativa que pudesse ser tida na época.

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4º LUGAR – Super Mario Galaxy 2 (Wii)

Mario em 3D em alto estilo, com muita originalidade e grandiosidade. Embora às vezes pareça um jogo composto de mini-games conectados. Mas, entretanto, porém, você percebe muitos laços com a jogabilidade clássica do Mario, inclusive coisas que há muito estavam meio que deixadas de lado pela Nintendo na série. O jogo é muito bacana, gráficos incríveis, os melhores gráficos em um jogo do Mario ever. Mas uma coisa me irrita nesses Mario 3D que é o fato de que terminar uma fase não te dá direito a uma fase nova, diretamente, como em muitos outros jogos da franquia. Colecionar estrelas pra simplesmente avançar no jogo é meio que um saco. Tirando isso, pode-se considerar esse um jogo perfeito. Muito difícil, mas uma dificuldade justa.

3º LUGAR – Super Mario Brothers 3 (Nintendinho)

Mario Bros. 3 estaria no topo do top de uma grande quantidade de gamers. E ele merece. Ele já era tudo de bom no Nes/Nintendinho 8-bits. No Super Nintendo as melhorias gráficas deixaram ele ainda melhor. Juntando tudo, eu acho ele o melhor entre os melhores, isolado no primeiro lugar dos primeiros jogos da geração 8-bits, com uma distância considerável de qualquer possível segundo lugar. E é um jogo muito, muito, muito difícil. Mas, ainda assim, eu acho que o conjunto da obra perde para os dois próximos colocados.

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2º LUGAR – New Super Mario Brothers Wii (Nintendo Wii)

Eu sei que é uma colocação polêmica. Afinal, é um game de uma nova geração sendo colocado acima de games clássicos. Mas eu acho que as pessoas tem um fanatismo exagerado por retro-games. E, sinceramente, New Mario Bros. Wii é um game fantástico, com uma qualidade que, mesmo Mario tendo sido sempre Mario, não se via nos games da série por muito tempo. Na época dos 8 e 16 bits havia muitas coisas que os sistemas de videogame não podiam fazer. Era jogar com as impossibilidades para os programadores de jogos. Hoje em dia é muito mais difícil, porque é jogar com as possibilidades. É escolher entre uma gama infinita de opções. E dessa gama infinita de opções, Shigeru Miyamoto e sua equipe simplesmente optaram por fazer na série “New” tudo o que nunca poderiam ter feito naquela época passada. E na segunda edição do game, a do Wii, isso tudo chegou a seu ápice, com muita criatividade. Também, o multiplayer chegou arrasando na série Mario. Assim, fizeram um game grandiosamente fantástico e cheio de variedade e idéias geniais.

1º LUGAR – Super Mario World (Super Nintendo)

Não poderia ser outro. Quer dizer, muitos adoram Mario 64, por exemplo, e o colocariam em 1º, mas eu acho aquele game uma droga horrível e irreciclável. Questão de heresia opinião. Super Mario World tem todas as qualidades que qualquer outro game da série Mario tem. Só que, no conjunto da obra, tudo se encaixa de maneira soberba e um pouco superior aos outros games. Simplesmente é um game que não conseguiu ser imitado ou ultrapassado até hoje. E que a passagem do tempo não tira nem um milímetro da atualidade e qualidade dele. Até Miyamoto acha que o World é o melhor. Mas quem sabe num futuro ele não venha a ser ultrapassado ou, pelo menos, igualado.

É isso. E a opinião de vocês?

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Revelação Bombástica: O Nintendo 64 tem Jogos Bons!

Quem diria, não é? Sim, eu estou brincando. Fãs do console, não me matem. O N64 foi um grande console, o segundo melhor de sua geração, e o que tinha os melhores gráficos puramente 3D (e portanto seus jogos full 3D (sem cenários renderizados e sprites) envelheceram melhor).

Eu tenho uma lista com minha opinião de quais games do N64 merecem ser jogados. Depois eu vou querer a sua opinião sobre isso, caro (a) leitor (a). A lista.

Primeiro um game que eu acho que é muito interessante e diversificado. Que é Diddy Kong Racing. Um game desses de corrida maluca, só que com os mais variados veículos e fases que você já viu.

Outro jogo bem diversificado do 64bits da Nintendo é Kirby 64, o jogo da bola rosa é muito diversificado em seu core, na sua mais profunda base de criação. Desde que foi criado, pouquíssimos games diveram uma jogabilidade tão diversificada quanto o rosáceo.

E o próximo jogo não é um só, mas uma série, lançada pela Midway, que é puro Arcade-like. Cruisn’, representada por Cruisn’ USA, Cruisn’ Exotica e Cruisn’ World, os três sendo divertidos jogos de corrida só por diversão adaptados de populares máquinas de Arcade.

E os dois que são os maiores e com certeza os melhores games do 64 não podiam faltar, claro. The Legendo f Zelda Ocarina of Time e The Legendo of Zelda Majora’s Mask são soberbos. Tem um zilhão e meio de coisas pra fazer e, absurdamente incrível, TODAS tem uma jogabilidade e utilidade excepcional! Embora eu ache eles overrated, não dá pra negar que pelo menos o Ocarina teve um grande impacto na indústria gamística e mudou um pouco o modo como os jogos eram feitos.

E em termos de qualidade, eu acho que Perfect Dark está num nível igual à série Zelda, só que no gênero tiro em primeira pessoa, que eu nem gosto muito. Mas eu gostei, sim de Perfect Dark. É muito bom, com certeza.

E ainda no gênero do tiro em primeira pessoa, uma subcategoria desse gênero são os on-rails, ou em trilhas, aqueles em que você é empurrado. E nesses com certeza um dos melhores é Sin and Punishment – Successor to the Earth que, embora seja desconhecido e não-traduzido, se mostrou extremamente empolgante.

Mas não tão empolgante quanto o divertidíssimo jogo sério de corrida Ridge Racer 64, que com certeza é um dos melhores jogos de corrida já feitos, por jamais deixar de lado a diversão com clima de realidade.

Clima de realidade que não precisava estar presente para o excelente F-Zero X ser um dos melhores entre os melhores também.

E continuando no gênero corrida, nunca poderíamos esquecer Beetle Adventure Racing, a corrida de fuscas mais divertida ever!

Ou o divertidíssimo e clássico Mario Kart 64, game que honra com louvor o nome do poderoso Mario.

Outro personagem que era poderoso na época era o Rayman, de Rayman 2 The Last Escape, jogo no qual ele brilhava e que era um dos melhores platformers da época. E ainda é.

Mas entre os melhores da época, mesmo tentando algumas vezes, o último console de mesa de cartucho nunca conseguiu ter um jogo de luta bom. O mais próximo que chegou disso foi com Killer Instinct Gold, que, apesar de ser muito capado da versão Arcade, ainda era um ótimo fighting game, fruto da parceria com a Rare.

Que era uma ótima empresa de games. E outra ótima empresa de games é a Treasure, que criou Mischief Makers para o N64, que é um joguinho original e muito bom de jogar, embora difícil em algumas partes. Shake, shake, shake é inesquecível!

E inesquecível também é o port de um game do porte de Resident Evil 2 para um simples cartucho. Digno de nota, com certeza.

E, com um game surpreendente desses, eu termino os trabalhos desse post. Qual a opinião de vocês?

Baleia clássicaNesse ano, Sonic, o rato-ouriço azul-cobalto rebelde da Sega fará 20 anos. Por isso, farei um post especial sobre ele. Mas como eu tenho um blog sobre Mega Drive (o Drive Your Mega) e já falei suficiente sobre os games do espinhoso nos 16 por lá, vou falar aqui sobre o depois dele.

Sonic Adventure DX: Coloquei a versão DX pois é a única que joguei, no meu PC. Nunca joguei o Adventure original. Embora eu saiba que no DX a única diferença é uma melhora nos gráficos. SA foi um ótimo debut do Sonic no mundo do 3D integral.

E, digo, Sonic Adventure merece o título de Sonic. E, por muito tempo, tem merecido o título de melhor game 3D do mascote.

O único problema do game é a chatice dos adventure fields, mas eles são tão curtinhos e tão facinhos que nem contam. E ainda tem uma luzinha que te diz o que fazer. Também tem uma fase de Casino chata, mas que bom que é meio curta.

Agora, os action stages do Sonic são perfeitos! Realmente perfeitos em tudo, jogabilidade, gráficos, sons, etc. Então eu sugeriria a qualquer fã do Sonic a baixar esse jogo agora!

Mas aconselharia: nada de jogar com Knuckles ou qualquer outro personagem que não Sonic. Só o jogo do Sonic que presta com toda a perfeição Hedgehogniana. E o do Tails até que é decente.

Dica: nas partes em que tem loopings e coisas parecidas, em que o sonic precisa ir pra frente apenas, segure só pra cima sempre, mesmo que haja curvas.

E aqui eu pulo o Adventure 2, porque eu só joguei ele um pouco… e porque ele é chatíssimo, te obrigando a jogar com personagens com que você não quer jogar e que usam jogabilidades que você não quer ter que usar.

Sonic Heroes: Um game que tinha tudo, mas tudo mesmo, pra ser incrível. Não só bom, mas incrível. E ele erra numa coisa tão pequena, mas que fazSonic Team uma diferença tão enorme! A jogabilidade, por mais que parecesse complicada pelas descrições que ouvia, se revelou maravilhosa, recompensadora, divertida e diversificada. Enfim, perfeita. Os gráficos estão ótimos.

“Mas e o defeito?”, vocês se perguntam. Level desing, eu respondo. A primeira fase é ótima, tudo que se poderia pedir. Daí pra frente, nenhuma das fases do jogo empolga muito. Acontece que há as chatinhas fases de trilho, em que quase não há nada pra fazer (embora tenha partes realmente boas dentro dessas fases). E, pior ainda, as chatas, horríveis, assassinantes, suicidantes, fases de cassino. Isso mesmo, faseS, no plural. E são chaaaaaaaaaaaaaatas até mandar parar! São uma aberração. E como nenhuma fase anterior a elas conseguiu empolgar suficiente pra passar pela tortura sufocante de ter que passar essas fases, a única coisa que me restou foi desistir desse game. É incrível como uma coisa tão pequena derrubou um game tão grandioso e tão promissor. Mas level design é uma das coisas mais importantes num platformer, ainda mais num do Sonic. Entretanto, é facilmente percepetível o esforço GIGANTESCO usado na confecção desse game. Eu imagino o trabalhão danado que deve ter dado pra fazer ele. Só japonês mesmo! kkk

Dica: Use Joystick. Jogar Heroes, com todos os comandos que ele tem no teclado é muito mais difícil.

Série Advance: Os três Sonic Advance do GBA são bons jogos, mas são joguinhos, nada muito grande, nem muito blockbuster. Bem portáteis mesmo, pra nem requerer muita atenção.

Sonic no DS: Os jogos do Sonic no DS, criados pela Dimps, não são jogos do Sonic, em essência. São complicados demais, cheios de geringoncices espalhafatosas, o Sonic é superoverpower e tem um zilhão de movimentos. A jogabilidade de Sonic devia ser simples, mas em Rush não é.

Os Sonics de que ouvi falar: Nunca joguei Sonic the Hedgehog 2006, Sonic and the Black Knight, Sonic Unleashed, etc, etc, mas, pelos vídeos, o Unleashed e o 2006 até parecem ser bons jogos. Mas não posso dizer com certeza.

sonic coloursSonic 4 e Colors: São os mais novos games do ouriço. O 4, aparentemente, recebeu muitas críticas. Mas nos vídeos parece perfeito. Mas a Sega promete melhorar tudo no episódio 2. E Colors parece, finalmente, ter recuperado a honra de Sonic! Sinceramente, por tudo que li e vi, parecer ser até melhor do que Sonic Adventure! E eu joguei a simplificação que é o Sonic Colors do DS, e até ali ele está demais! Imagino nos consoles de mesa. Pena que é só de Wii.

Fan-games: Sonic Fan Remix é digno de nota. Perfeito game clássico retro-next-gen de Sonic! Muito bem feito em todos os sentidos. Profissional! Genial! Já rola a demo do jogo na net, e vídeos e imagens também. Recomendo.

Bem, é isso. Fico por aqui.

P.S.: O homing attack é o máximo, permitiu a existência de uma boa jogabilidade em SH e SAdv. Mas eu questiono sériamente um pulo duplo no Sonic (existente em Colors) sem uso de bolha.

Algumas dicas de filmes

Publicado: 28 de janeiro de 2011 em Listas
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Alguns filmes. Não vou listar muitos. São só algumas dicas, alguns exemplos. Também, tem tanto, mas tanto filme… que fica difícil!

Miss Simpatia (Miss Cogeniality): Um filme de comédia muito bom com a talentosa Sandra Bullock. É mais um daqueles filmes de mulher feia ficando bonita, mas mesmo assim é completamente diferente de qualquer outro filme desse assunto, porque mostra visões que diferem das comumentes vistas em filmes desse tipo. E é muito engraçado.

Trilogia O Senhor dos Anéis (The Lord of the Rings): Obrigatório a todo amante de cinema, a cinesérie é um fantástico mundo de fantasia baseado fielmente na mitologia Tolkeniana! E, mais que isso, um blockbuster gigantesco.

Terror em Silent Hill: O prefixo titular Terror fica por conta do povo brasileiro, mesmo. Baseado no game de mesmo nome, o filme conseguiu, incrivelmente, passar toda a marca de horror psicológico da série para as telas, sem se perder em simplificações e hollywoodices pastel.

O Chamado: É um filme interessante, com um clima misterioso e inexplicado, que realmente provoca muito suspense.

O Quarto do Pânico: Apesar de alguns clichês no final, é um suspense de primeira.

Final Fantasy 7 Advent Children: Um filme em CG que é só para os fãs da série Final Fantasy e, mais especificamente, da sétima versão da série. Mas muito bem feito em todos os quesitos, com lutas fantásticas. Um filme digno da Square.

Pânico na Floresta: Que é o mais básico que um filme de terror tem a oferecer. Mas tudo que se propõe a fazer, esse filme faz com mérito.

Abismo do Medo: Que é um filme de terror muito bem feito. Muito acima da média. E a continuação conseguiu manter a excelência.

DOA – Dead or Alive: A grande maioria das pessoas do mundo odiou esse filme. Eu adorei! Achei ele muito divertido. Gostei das lutas e do feeling geral passado por ele. E, sinceramente, depois de ter jogado DoA, não vi tanta diferença assim do game pro filme não.

Quarteto Fantástico: Simplesmente por ter sido o melhor filme de super heróis que eu já vi. Foi o que mais me cativou nessa onda atual.

O Código da Vinci: Sim, serei apedrejado em praça pública por Rubens Ewald Filho e/ou José Wilker. Tudo menos isso! Drama Maria-do-Bairriano à parte, eu gostei da adaptação cinematográfica da obra de Dan Brown pelas mãos do competente Ron Howard e com atuação do Tom Hanks como o fantástico personagem Robert Langdon. Claro que poderia ter sido bem melhor,  inclusive poderia ter aparado algumas arestas mais do livro e alguns absurdos (eu sinto que algumas coisas foram consertadas), mas nada de mais. E também, pelo caráter turístico da obra, bem que poderia ser um pouco mais colorido e mostrar mais a beleza das locações. Mas fora isso, foram competentes em sintetizar em algumas horas um livro.

Tá bom, acho que já chega. Foi uma boa pequena (ínfima) lista. E… fui!