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e agora Uma Lista de Dicas de Séries de TV

Publicado: 9 de novembro de 2012 em Séries, Top/Listas

Sem introdução. A lista e considerações:

House MD: Uma série do tipo médico. Embora muito pouco de seu apelo tenha a ver com esse fato (e sim com o médico protagonista nomeado Gregory House). Além disso, também pode ser considerada uma série procedural, apresentando sempre interessantes casos da semana. Felizmente (pelo menos felizmente pra mim), há uma continuidade muito forte, uma trama avançando, que é sobre os personagens, principalmente o House (interpretado brilhantemente por Hugh Laurie). houseO doutor House é um anti-herói, apesar de salvar vidas humanas por ser um gênio da medicina (e só resolve casos estranhos), ele não faz isso por altruísmo e sim por querer resolver os enigmas. Talvez por que, por ele salvar tantas vidas, as pessoas em volta dele aceitam que ele seja como é. Ele é egocêntrico, manipulador e ranzinza (e muito engraçado) e talvez as pessoas em redor dele não recebessem isso muito bem se ele não fosse necessário. Além disso, ele podem entender que o doutor House é um homem destruído em várias camadas. Mas são personagens muito profundos e não estou aqui pra fazer uma análise psicológica e sim indicar a série. O que me fez realmente cair por ela foi a inteligência impregnada ali, em tudo, dos diálogos aos casos baseados em fatos da medicina real. Ela não é só uma série só sobre pessoas inteligentes, mas é uma série inteligente também. Talvez até erudita. Mas tem apelo pop também.

Brothers & Sisters: Uma série muito importante pra mim. As duas primeiras temporadas são perfeitas, e a última (5ª) é horrível (com alguns bons momentos, entretanto). Trata da família Walker (e jantares memoráveis), que depois da morte do homem da casa, o pai William Walker, descobre um monte de segredos, desde que ele tinha uma amante ao fato de que ele cometeu atos ilegais na gestão da Ojai Foods, a empresa da família. Isso agrava os problemas da família, como Justin, o filho que foi para a guerra e depois se tornou viciado em drogas. Sara, a irmã com problemas no casamento. Kevin, o advogado que não consegue se ajeitar em sua vida pessoal e arrumar um namorado. brothers-and-sisters-season-4 Kitty, que tem uma vida amorosa bem complicada e um atrito com a mãe. Tommy, que também vai ter problemas, mas falá-los aqui seria spoilear. E, claro, Nora Walker, interpretada por Sally Field. Ela é apaixonante. E já que eu falei de um dos atores, tenho que dizer que todos são excepcionais. A direção da série também é muito felizarda, por ser bem sensível e realista e conduzir os conflitos de maneira inteligente, sem subestimar a inteligência do telespectador. O mais interessante da série, pra mim, é a dinâmica da família, bem pessoal. Por exemplo, por terem sido criados nessa família enorme, aprenderam a impor suas opiniões por que senão seriam “atropelados” por quem as impusesse. Portanto todos falam o que dá na telha, sem medo de expor suas idéias. E isso é só uma coisa. Incrível. Vá ver.

Revenge: Série que começou relativamente recentemente, no mesmo canal da série acima (ABC), e mesmo tendo começado apenas recentemente sua segunda temporada, já mostrou a que veio. revenge A trama sobre a vingança de Amanda sobre as pessoas que causaram a ruína injusta de seu pai é cheia de reviravoltas bem armadas e jogos de manipulação. Além disso, apresenta alguns dos personagens mais bem construídos de que se tem notícia, todos não são bons nem maus, podem ser capazes da maior gentileza e da mais torpe maldade, desde que fite em seus planos e objetivos. Até mesmo a personagem principal, nossa heroína. E pra dar mais realidade, todos podem voltar atrás em suas idéias, se arrepender, como pode acontecer a qualquer um na vida real. Essa dubiedade e multidimensionalidade acrescenta muito ao universo da série.

Nikita: A série com a trama mais bem escrita que eu já vi (até hoje). Apesar de não ser bem o meu estilo (ação), é uma série com uma história tão bem escrita que definitivamente vale a pena. No começo pode não parecer, mas insista que ela vai melhorando no decorrer dos episódios. Nikita E nem é que o (s) primeiro (s) episódio (s) seja(m) pior(es), é que você vai percebendo as coisas se armando, é uma construção gradual (apesar de nunca deixar a ação de lado). Ainda sobre os parênteses anteriores, a ação é muito bem feita, melhor que em muitos filmes, e tudo é mais realista que a maioria dos filmes e outras séries também. Complementando tudo isso, a Nikita é uma personagem bem construída, que ganha camadas em alguns episódios e que é sensível e forte ao mesmo tempo e realmente consegue nos conquistar por sua personalidade, e não apenas pela beleza estonteante da ótima Magie Q.

Lie to Me: Essa eu só indico a primeira temporada. Foi muito bem construída mais foi se deixando de lado já na segunda temporada, mergulhando em escolhas infelizes e decidindo evoluir os personagens ao invés de ser interessante. Agora eu sou capaz de entender quem gosta desse rumo, mas é mais fácil entender quem desgosta, por que a série ficou muito diferente de si mesma em seus inícios. lie_to_me_wallpaper_1280x1024_3 A primeira temporada apresentou a ciência da série (microexpressões) de uma maneira bem enfática e interessante (uso muito essa palavra, eu sei. Ignore). Também apresentou casos interessantes que saudavelmente variavam bastante do quem matou. E fotos de pessoas famosas pra ilustrar as conclusões do doutor Cal Lightman e sua equipe. As atuações eram muito boas (destaque para Tim Roth) e tudo era de uma grande série, na mesma emissora de House (a Fox) e portanto compreensível. Eu só queria saber o que deu na cabeça dos produtores depois.

Queer as Folk US: Série que acredito eu que só agradará os gays (embora nos EUA tenha feito bastante sucesso com as mulheres maduras também(!)). É uma série sobre um grupo de amigos gays de Pittsburg. Brian-queer-as-folk-63262_1024_768 Uma série sobre relacionamentos (muitos deles sexuais), que por ser de um canal a cabo não economizava em sexo, drogas e rock’n roll e palavrões para mostrar as coisas como elas devem ser mostradas, sem apologias e sem máscaras. Claro que, por tentar chocar demais, acaba havendo alguns exageros, mas é compreensível, os criadores estavam tentando mostrar o mundo gay amplamente pra causar uma revolução (e conseguiram). A série é baseada numa série britânica de mesmo nome (costuma se usar UK para diferenciá-la), mas que durou apenas duas temporadas, enquanto essa americana fez mais sucesso e durou cinco. Acredito que o elenco americano escolhido a dedo fez toda a diferença.

The Vampire Diaries: Série que só recentemente vim a dar uma chance. Não por que eu a subestimasse, é que eu estava tendo muitas outras coisas pra ver, e eu acreditava que a série só ficava boa mais pra frente, então eu ficava com preguiça de passar pelos primeiros episódios. 15.03 - The Vampire Diaries #4 Engano meu. A série é boa desde o começo (embora o primeiro episódio possa dar uma idéia errada e portanto não vale como amostragem). Mas alguns episódios depois começa sua escalada pra se tornar cada vez melhor. O ritmo da série é muito bom (todo mundo sabe disso), a cada episódio acontece não um, mas vários eventos marcantes e que mudam tudo que se sabia. Mas todos são muito coerentes. É um milagre. Um verdadeiro milagre, senhoras e senhores. Mas fica soberba só na segunda temporada, quando Katherine aparece (embora logo ela passa a ser só uma entre um mar de coisas soberbas). As interpretações são boas, alguma delas sendo estupendas (Ian Somerhalder e Nina Dobrev). Os personagens são carismáticos ao extremo. E para os puristas, tem vários toques de terror em seu decorrer, como as seqüencias de abertura dos episódios. Alguns momentos de terror da série são melhores do que a grande maioria dos filmes supostamente de terror. Os vampiros da série são sanguinolentos (mas há outras facetas, tudo é multifacetado na série). Apesar de tecer tantos elogios, aconselho cautela quando chegar nas últimas temporadas. A 5ª, especialmente, tem me decepcionado bastante.

Shameless US: Outra série do Showtime (QaF US), portanto sem censura de novo. shameless Nesse caso eu acho que a falta de censura foi melhor utilizada, mas é claro, pelo menos uma década separa as duas séries, é claro que as coisas evoluem. Dessa vez, é sobre uma família disfuncional (de verdade), com um pai bêbado pra dedéu e vários outros pequenos probleminhas enormes. Com bom humor (e drama bem escrito demais!) a série vai retratando a luta dessa família, que faz até o que não deveria fazer pra se manter.

Damages: A série mais cult da lista (e a imediatamente abaixo, mas acho que Damages é mais). Difícil até explicar o motim da trama. 7947 Ellen Parsons é uma advogada que consegue um emprego na firma da litigante Patty Hewes, ela não sabe o que a espera. Dizer qualquer coisa mais do que isso seria spoiler. Exceto que a série apresenta flashforwards e no primeiro momento já vemos Ellen toda ensanguentada saindo de um elevador. Foda. O tema/lema principal da série é falar sobre os danos causados pelos processos judiciais, e geralmente não vão ao tribunal. A parte mais interessante, entretanto, é a relação entre as duas personagens principais (Patty e Ellen), relação essa que só cresce no decorrer da série (não no sentido de se estreitar, mas de se tornar mais complexa). Eu indico ver até a terceira temporada, por que a quarta é irrelevante e a quinta, embora comece bem, finaliza muito mal a série toda (a terceira temporada é um final bem mais digno). Nem preciso dizer que as interpretações são ‘destruidoramente’ boas.

Game of Thrones: Cult e pop ao mesmo tempo, GoT é baseada na série de livros A Song of Ice and Fire do escritor George R.R. Martin, uma série épica que tem feito MUITO sucesso e que é muito comparada ao clássico Senhor dos Anéis do Tolkien em epicidade. Game-of-Thrones1 Todavia, entretanto, porém, a série do Martin, ao contrário da do Tolkien, é para adultos (adults-only), por isso é bem mais complexa em relações e tem bem mais putaria e violência (que a série emula bem). Os livros são gigantescos e é um trabalho avassalador passar pra TV, mas conseguem fazer isso muito bem. Claro, por ser para TV, não dá pra ser grandioso como um filme (digamos, Senhor dos Anéis). Mas é um interessante meio-termo (meio-começo seria mais exato), e a trama é interessante o suficiente pra não precisar dessas pirotecnias.  Pra mim a trama sempre foi boa, mas explodiu de boa na segunda temporada, principalmente com o crescimento do Peter-Dinklage-ico e astuto Tyrion Lannister. Recomento vivamente.

Fringe: Fringe é a melhor série de ficção científica que eu já vi. Principalmente por que há ciência de verdade nela, e o que não é ciência pelo menos tentam explicar de alguma maneira (que constantemente envolve ciência real ou pelo a menção desta). Fringe Os personagens são bacanas, a maneira como a trama se desenrola é uma das melhores entre as séries (quando chega em determinada temporada (pule alguns episódios, tem um guina nesse blog)). Há tramas separadas nos episódios e há a trama da temporada (e há a trama geral da série) e tudo é feito magistralmente. Isso sem contar os efeitos especiais sendo um ponto positivo e não algo pelo qual você deve passar pra chegar à parte boa, eles fazem parte das qualidades da série.

Liar Game: Uma série diferente na lista. Até o ponto em que não pode ser chamada de série. liargame1 É um drama/j-drama/dorama, ou seja uma série japonesa/nipônica. Baseada em um inteligente mangá de mesmo nome. É muito inteligente e inteligentemente desenvolvida. Apresenta viradas interessantes e, apesar dos exageros comuns nas coisas japonesas em geral, se mostra bem pé no chão.

Dollhouse_(Fox_TV_Series),_2009,_Eliza_Dushku,_Harry_Lennix,_Fran_KranzDollhouse: Injustiçadíssima série de sci-fi do Joss Whedon, exibida pela Fox e que conta com apenas duas temporadas muito boas. Nela, uma organização contrata pessoas para, por cinco anos, terem sua mente apagada e servirem como ‘dolls’, tendo implantadas em suas mentes personalidades para serviços específicos. É um conceito muito simples, mas aparentemente difícil de explicar, pois não acho que o fiz bem. A trama muitas vezes é apenas caso-da-semana, mas os casos da semana são interessantíssimos e, quando a trama principal anda, é maravilhoso de ver. Também ressalto que ela teve um fim muito digno e por isso a considero uma série sem derrapadas. Indispensável.

origiThe Originals: Simplesmente a melhor série de vampiros ever (True Blood era horrível, nem vem). Ela é um spin-off de Vampire Diaries, mas acredito que mesmo quem não tenha gostado de TVD tem tudo pra gostar de Originals. A principal diferença dela para sua série-mãe é que ela é mais madura, seus personagens principais não são adolescentes. Ela se passar na não-fictícia e muito interessante cidade de Nova Orleans acrescenta muito também. A série é muito agitada, muitas tramas paralelas interconectadas ocorrendo ao mesmo tempo, uma mitologia excelente e personagens grandiosos. Há nela um quê de Game of Thrones (muitas séries tem adicionado game-of-thronismo em si ultimamente), com toda a coisa da guerra pra liderar a comunidade sobrenatural de New Orleans.

Há outras ótimas séries, mas que não vou colocar na lista por serem muito procedurais, que é um gênero que eu não gosto muito e até considero menos valorosas por isso, confesso. Tem CSI Crime Scene Investigation, a CSI original (Las Vegas), que é muito boa e justifica com qualidade o fato de ter se tornado uma série tão influente entre as séries policiais. Mas a melhor série policial é, para mim, Criminal Minds, que é muito inteligente, bem escrita, acrescenta altas doses de tensão e terror e entra a fundo na psicologia humana de assassinos e criminosos em série, com personanges muito bons para completar.

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Dicas de Séries Animadas para Assistir

Publicado: 25 de outubro de 2012 em Animês, Séries, Top/Listas
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Correndo o risco de parecer convencido, ele é eu gostaria de usar esse blog nesse momento para indicar algumas deixa eu adivinhar? séries  séries  animadas animadas eu disse! redundante da porra! que eu acho muito boas e eu gosto de pênis? se mostrar? cantar Calypso? ajudar as pessoas a encontrar certas pérolas, eu decidi descer do seu pedestal e nos iluminar com sua sabedoria, ó senhor? criar esse post. E sem mais delongas  e bizarrices bipolares, vamos à lista: idiota

young-justice*Young Justice (Justiça Jovem): Série animada dos sidekicks da DC Comics, muito boa por sinal. Apresentando uma jovem liga de super heróis, mas muitas ligações com seus correspondentes adultos. A trama é muito intrigante, as cenas de ação são arrasadoras e definitivamente vale muito a pena. DC Animation, também… sempre apresenta muita qualidade.



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justice_league*Justice League e *Justice League: Unlimited: A série animada da Liga da  Justiça, aclamadíssima, espetacularmente escrita e dirigida, obrigatória. Sem mais.



 Zeta_Project_CartoonProjeto Zeta: Outra série do antigo Universo Animado DC (DCAU), conta uma história de um robô criado para matar chamado Zeta que se une a uma jovem moça. Ele não queria mais matar, mas passa a ser perseguido por que ninguém acredita nele. Acham que ele foi reprogramado por alguém. Então ele sai em busca de seu criador e de provas de que ele desenvolveu uma consciência.



Avatar-The-Legend-Of-Aang-PS2[1] NICKELODEON THE LAST AIRBENDERAvatar: A Lenda de Aang e Avatar: A Lenda de Korra: O mundo apresentado  em Avatar é um mundo que, por si só, já é motivo de ele estar na lista. A animação fluida é só mais um motivo. E a trama interessante é ainda outra.



105_655273f_deathnote43m_6e7c011*Death Note: O anime que, já resenhado aqui num dos primeiros posts do blog, conta a história do jovem Light Yagami. Ele encontra um caderno em que quem tiver seu nome escrito, morre. E ele decide mudar o mundo matando os criminosos, só que as coisas começam a dar errado quando o maior detetive do mundo sai em seu encalço. Uma trama de suspense muito boa.



eclipse-fullmetal-alchemist-brotherhood-02-xvid-3d3d891101718519-42-22*Fullmetal Alchemist: Bortherhood: Num mundo em que alquimia é um fato, uma magia em que tudo pode ser conseguido se algo de igual valor for dado em troca, os irmãos Edward e Alphose Elric tentam fazer uma transmutação humana em sua mãe (ressuscitá-la). Nisso, as duas crianças perdem partes de seus corpos, Ed perde um braço e Al perde o corpo todo. Para salvar o irmão, Ed sacrifica uma perna para prender a alma dele a uma armadura que estava ali por perto. Alguns anos depois, quando Ed passou a usar automails (partes do corpo biônicas), ambos partem em uma busca por um objeto chamado Pedra Filosofal, que os permitirá retornar a seus corpos. Um anime muito bom de luta.



super2 Legion of Super Heroes: Mesmo sendo um pouco infantil, as ligações com a linha de heróis da editora DC dão muito valor ao produto. Adiciona-se a isso cenas de ação supremas também, e temos uma animação que vale a pena, principalmente para as crianças (que creio serem o público-alvo mesmo). A trama é sobre o futuro do Universo DC, mais especificamente o século 31, e a organização de heróis que dá nome ao cartoon.



x-men-evolution X-Men: Evolution: Muitos fãs torcem a cara para essa animação ao saberem que se trata da juventude dos X-Men, e perdem muito por que é muito bem escrito e um ótimo desenho de super heróis.



0fd_ecdcd675b3*Spiderman: The Animated Series: O melhor desenho de super heróis da Marvel (ainda não tão bom quanto nenhum da DC), apresenta muitas coisas do gibi em formato televisivo com qualidade muito alta, tanto que durou várias temporadas.



Green-Lantern-The-Animated-Series Green Lantern: The Animated Series: Essa eu tinha um pé atrás antes de assistir, pelo tipo da animação (3D). Mas me surpreendi (muito) positivamente. Definitivamente uma das melhores.



star-wars-the-clone-wars-obi-wan-kenobi Star Wars: The Clone Wars: Eu (ainda?) não sou um fã de Star Wars, mas com uma animação tão bom a e bem escrita, nem precisa ser pra gostar.



batman-beyond*Batman Beyond/Batman of the Future: Animação do Batman do Futuro, apresenta, numa visão de futuro muito interessante, seus textos ricos e complexos.



cast Batman: The Brave and the Bold: Sempre trazendo participações especiais de outros heróis, B&B sempre manteve as características principais de todos que eram ap-resentados e em histórias muito boas de se ver.



*Code GeassCode Geass R2: O anime conta a história de Lelouch, que ganha um poder que permite que ele mande qualquer pessoas fazer qualquer coisa (mas tem outras regras). Com esse controle absoluto, ele decide libertar seu país (o Japão) que está sendo controlado pelo império da Britannia. Isso por que se passa num futuro hipotético. A trama é muito boa e cheia de reviravoltas e surpresas bem construídas, principalmente na segunda temporada (R2).



PSYCHO-PASS.full.1310887Psycho-Pass: No futuro, os policiais usam uma arma denominada Dominator, capaz de ler na mente das pessoas a predisposição deles para crimes e, assim, crimes são evitados antes mesmo de acontecerem. Mas… bem, acho que é só isso que eu posso contar dessa incrível trama de sci-fi, só adianto que tem um “mas”. Um grande “mas”.



Outras séries: Teen Titans; Static Shock; Himitsu – The Revelation.

Filmes em Animação: Batman- Year One; Batman- Under the Red Hood; Batman- The Dark Knight Returns Part 1 e Part 2; All-Star Superman; Batman Beyond/Batman of the Future; Resident Evil- Degeneration e Damnation; Final Fantasy 7- Advent Children; Wonder Woman; Rebuild of Evangelion 1, 2, 3 e 4; Justice League – Doom; Justice League – Crisis on two Earths.

P.S.: Eu não pretendo deixar de atualizar esta lista, portanto assim que eu conhecer mais coisas pra colocar nela, estar atualizando.

Vadia do inferno! Quem pediu sua opinião?!

Mortal Kombat: Apesar do relativamente baixo orçamento, a trama do filme, baseada integralmente na do primeiro game, foi muito melhor do que de costume. Também teve lutas interessantes (é baseado num jogo de luta) e maneiras interessantes e criativas de incorporar os ingredientes dos games no filme. Além de Christopher Lambert no elenco, os outros também são bacanas. As caracterizações são boas e só em alguns momentos os FX ficam toscos (isso é um elogio). Eu sou adepto dessa ideia de fazer um filme exatamente com a mesma história do game e de fazer um filme baseado em um só game . E sou mais adepto ainda de adaptar filmes de jogos de luta. Isso porque, de todos os estilos de jogo, os de luta são os que tem menos foco na história e ela é menos contada, logo é mais interessante para a equipe de produção preencher e fazer uma trama onde antes havia só uma colcha de retalhos. E Mortal Kombat tem o que é uma das melhores e mais interessantes tramas do mundo dos games (ou potencial para isso). E esse filme, baseado no primeiro e o game com a história mais simples, fez isso muito bem.

Final Fantasy 7 Advent Children: Também sou muito adepto de fazer um filme-continuação de um game, se encaixando na linha histórica. Mas pra isso tem que ter a equipe original, pelo menos o criador original, trabalhando junto com os cineastas. Aliás, eu acho que toda adaptação deveria ter como consultor o criador da franquia original. Final Fantasy não é um filme de verdade (é uma animação), mas é muito bem feito e merece estar na lista. Ele não é nem sequer um “menos pior”, mas é um dos melhores mesmo. Tem uma boa trama (apesar de ser feita para os fãs do 7º FF, tem boas cenas e aspectos técnicos impecáveis.

Final Fantasy The Spirits Within: Esse filme foi muito criticado por não ter nada em comum com nenhum dos games da série. Mas nenhum dos games da série tem nada a ver um com o outro. São fan-bases diferentes e seria um tiro no próprio pé escolher um dos games pra fazer um filme. Então fizeram um filme completamente original. Ficou muito bacana. Tem uma trama boa, ação, bons personagens e gráficos incríveis (técnicamente mais incríveis que os de Advent Children, mas esteticamente inferiores).

DOA Dead or Alive: Serei crucificado por incluir este filme na lista. Mas eu gostei. Fui jogar o game e descobri que grande parte da (ínfima) storyline do jogo está lá no filme. E o filme tem uma estética muito bacana. Apesar de um horrível conceito girl-power, não chega a estragar a película. Além do mais, as caracterizações estão boas, as lutas estão soberbas e tudo tem um ótimo ritmo. E vários detalhes do game foram adaptados às telonas de forma dinâmica.

Prince of Persia: Bem mais ou menos. Mas realmente adaptou muito do que os games tem de maneira relativamente satisfatória, e isso vale para os fãs. Não é um bom filme, mas é uma boa adaptação.

Resident Evil: Sim, mas só, apenas, somente o primeiro filme. Porque eu acho que dá pra encaixar ele na cronologia REviliana, já que ele pode se passar homologamente ao 1º game e terminar no começo do 2º game. Além do mais, tem alguns momentos de tensão (embora tenha predominância de ação) e um pouco de terror. E até que tem uma história aceitável.

Tekken: Outro exemplo de péssimo filme, mas boa adaptação. Apesar de que tem erros horríveis até mesmo nesse quesito. Yoshimitsu, por exemplo. Na verdade, só as lutas e caracterizações se salvam nesse “filme”.

Tomb Raider: O primeiro filme de Lara Croft (vivida por Angelina Jolie) nos cinemas foi interessante. Não fez nada além de bem à imagem da arqueóloga e foi, no geral, um bom filme-pipoca.

Silent Hill: Essa não é das menos piores, é A Melhor Adaptação de Game para Fime. Ficou muito bom. Eu não botava fé nessa! Para mim, o que a Konami fez com o primeiro Silent Hill foi um milagre impossível de ser repetido. A Konami ter conseguido fazer isso de novo com os próximos SH me deixou estupefatíssimo! Mas tudo bem, pelo menos eram o time original. Agora outra pessoa fazer isso, definitivamente era improvável, mas Roger Avary e Christopher Gans conseguiram!  Fizeram uma adaptação da trama do primeiro Silent Hill, mas incluíram elementos do segundo e até do terceiro jogo para tornar a coisa mais cinematográfica. Eu acho válido, já que eles estão fazendo um filme, tem mais que valorizar o produto ao máximo mesmo. Muito do game foi adaptado ao filme e os realizadores se mostraram absolutamente conhecedores da linguagem do cinema, adaptando coisas (como Harry se tornar Rose, por exemplo). Por fim, toda a estética do filme se manteve e ainda chamaram o inigualável Akira Yamaoka (o original dos games) para compor os sons do filme. Muito bom! E ainda tiveram a coragem de não fazer um filme completamente comercial e deixar o final bem ao estilo Silent Hill. Eu aplaudo de pé a Konami por ter sabido dar os direitos de sua série para alguém que realmente sabia o que fazer com eles no cinema. O elenco, apesar de desconhecido, também brilha. Só teve dois pequenos problemas. Um é que, pelo alto número de mulheres no filme, a produtora exigiu a existência do personagem Chris. E, apesar de eu não ter achado particularmente ruim, houve pessoas que reclamaram. Eu não sei como ficaria claro para o público a ideia de realidades alternativas sem a cena de Rose e Chris na escola. O outro é que o filme não faz algo que os games fazem, que é ligar os visuais e modos de agir dos monstros e locais com a psique de algum personagem, fazendo ter significados mais profundos para o terror. Era algo que eu gostaria de ter visto. Mesmo é um filme altamente recomendado para os fãs de SH, fãs de terror e fãs de bons filmes. Só recomendo que fujam da continuação, Revelação, filme horrível.

Eu sei que é muita pretensão fazer um top de jogos do Mario. Mas é só a minha opinião, e eu acho interessantes listas (eu sei, todo mundo é fã delas), ainda mais rankings e tops. E, digo mais, só existem 4 jogos classificados pra essa lista. Polêmica à vista. Mas polêmica é uma maneira divertida de levar as coisas. Vamos ao 4º colocado (ah, não falei? Sim, é do menos perfeito até o mais que perfeito!).

P.S.: Eu vou atualizando a lista conforme for jogando mais jogos do encanador, ok? Ok, então.

5º LUGAR – Super Mario World 2 Yoshi’s Island (Super Nintendo)

Ficou no último lugar do pódio porque não é um game muito assim do Mario. Ele é bem mais focado no Yoshi. Mas tá na série Mario, então mereceu estar na lista. Além disso, ele é tão bom no geral como game, funciona de uma maneira tão interessante sempre que é impossível não gostar desse game. Fora que, relativamente, esse é talvez o game de mario que mais foi impressionante visualmente, por apresentar um conceito visual e uma execução e qualidade técnica muito além de qualquer expectativa que pudesse ser tida na época.

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4º LUGAR – Super Mario Galaxy 2 (Wii)

Mario em 3D em alto estilo, com muita originalidade e grandiosidade. Embora às vezes pareça um jogo composto de mini-games conectados. Mas, entretanto, porém, você percebe muitos laços com a jogabilidade clássica do Mario, inclusive coisas que há muito estavam meio que deixadas de lado pela Nintendo na série. O jogo é muito bacana, gráficos incríveis, os melhores gráficos em um jogo do Mario ever. Mas uma coisa me irrita nesses Mario 3D que é o fato de que terminar uma fase não te dá direito a uma fase nova, diretamente, como em muitos outros jogos da franquia. Colecionar estrelas pra simplesmente avançar no jogo é meio que um saco. Tirando isso, pode-se considerar esse um jogo perfeito. Muito difícil, mas uma dificuldade justa.

3º LUGAR – Super Mario Brothers 3 (Nintendinho)

Mario Bros. 3 estaria no topo do top de uma grande quantidade de gamers. E ele merece. Ele já era tudo de bom no Nes/Nintendinho 8-bits. No Super Nintendo as melhorias gráficas deixaram ele ainda melhor. Juntando tudo, eu acho ele o melhor entre os melhores, isolado no primeiro lugar dos primeiros jogos da geração 8-bits, com uma distância considerável de qualquer possível segundo lugar. E é um jogo muito, muito, muito difícil. Mas, ainda assim, eu acho que o conjunto da obra perde para os dois próximos colocados.

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2º LUGAR – New Super Mario Brothers Wii (Nintendo Wii)

Eu sei que é uma colocação polêmica. Afinal, é um game de uma nova geração sendo colocado acima de games clássicos. Mas eu acho que as pessoas tem um fanatismo exagerado por retro-games. E, sinceramente, New Mario Bros. Wii é um game fantástico, com uma qualidade que, mesmo Mario tendo sido sempre Mario, não se via nos games da série por muito tempo. Na época dos 8 e 16 bits havia muitas coisas que os sistemas de videogame não podiam fazer. Era jogar com as impossibilidades para os programadores de jogos. Hoje em dia é muito mais difícil, porque é jogar com as possibilidades. É escolher entre uma gama infinita de opções. E dessa gama infinita de opções, Shigeru Miyamoto e sua equipe simplesmente optaram por fazer na série “New” tudo o que nunca poderiam ter feito naquela época passada. E na segunda edição do game, a do Wii, isso tudo chegou a seu ápice, com muita criatividade. Também, o multiplayer chegou arrasando na série Mario. Assim, fizeram um game grandiosamente fantástico e cheio de variedade e idéias geniais.

1º LUGAR – Super Mario World (Super Nintendo)

Não poderia ser outro. Quer dizer, muitos adoram Mario 64, por exemplo, e o colocariam em 1º, mas eu acho aquele game uma droga horrível e irreciclável. Questão de heresia opinião. Super Mario World tem todas as qualidades que qualquer outro game da série Mario tem. Só que, no conjunto da obra, tudo se encaixa de maneira soberba e um pouco superior aos outros games. Simplesmente é um game que não conseguiu ser imitado ou ultrapassado até hoje. E que a passagem do tempo não tira nem um milímetro da atualidade e qualidade dele. Até Miyamoto acha que o World é o melhor. Mas quem sabe num futuro ele não venha a ser ultrapassado ou, pelo menos, igualado.

É isso. E a opinião de vocês?

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