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Mortal Kombat: Apesar do relativamente baixo orçamento, a trama do filme, baseada integralmente na do primeiro game, foi muito melhor do que de costume. Também teve lutas interessantes (é baseado num jogo de luta) e maneiras interessantes e criativas de incorporar os ingredientes dos games no filme. Além de Christopher Lambert no elenco, os outros também são bacanas. As caracterizações são boas e só em alguns momentos os FX ficam toscos (isso é um elogio). Eu sou adepto dessa ideia de fazer um filme exatamente com a mesma história do game e de fazer um filme baseado em um só game . E sou mais adepto ainda de adaptar filmes de jogos de luta. Isso porque, de todos os estilos de jogo, os de luta são os que tem menos foco na história e ela é menos contada, logo é mais interessante para a equipe de produção preencher e fazer uma trama onde antes havia só uma colcha de retalhos. E Mortal Kombat tem o que é uma das melhores e mais interessantes tramas do mundo dos games (ou potencial para isso). E esse filme, baseado no primeiro e o game com a história mais simples, fez isso muito bem.

Final Fantasy 7 Advent Children: Também sou muito adepto de fazer um filme-continuação de um game, se encaixando na linha histórica. Mas pra isso tem que ter a equipe original, pelo menos o criador original, trabalhando junto com os cineastas. Aliás, eu acho que toda adaptação deveria ter como consultor o criador da franquia original. Final Fantasy não é um filme de verdade (é uma animação), mas é muito bem feito e merece estar na lista. Ele não é nem sequer um “menos pior”, mas é um dos melhores mesmo. Tem uma boa trama (apesar de ser feita para os fãs do 7º FF, tem boas cenas e aspectos técnicos impecáveis.

Final Fantasy The Spirits Within: Esse filme foi muito criticado por não ter nada em comum com nenhum dos games da série. Mas nenhum dos games da série tem nada a ver um com o outro. São fan-bases diferentes e seria um tiro no próprio pé escolher um dos games pra fazer um filme. Então fizeram um filme completamente original. Ficou muito bacana. Tem uma trama boa, ação, bons personagens e gráficos incríveis (técnicamente mais incríveis que os de Advent Children, mas esteticamente inferiores).

DOA Dead or Alive: Serei crucificado por incluir este filme na lista. Mas eu gostei. Fui jogar o game e descobri que grande parte da (ínfima) storyline do jogo está lá no filme. E o filme tem uma estética muito bacana. Apesar de um horrível conceito girl-power, não chega a estragar a película. Além do mais, as caracterizações estão boas, as lutas estão soberbas e tudo tem um ótimo ritmo. E vários detalhes do game foram adaptados às telonas de forma dinâmica.

Prince of Persia: Bem mais ou menos. Mas realmente adaptou muito do que os games tem de maneira relativamente satisfatória, e isso vale para os fãs. Não é um bom filme, mas é uma boa adaptação.

Resident Evil: Sim, mas só, apenas, somente o primeiro filme. Porque eu acho que dá pra encaixar ele na cronologia REviliana, já que ele pode se passar homologamente ao 1º game e terminar no começo do 2º game. Além do mais, tem alguns momentos de tensão (embora tenha predominância de ação) e um pouco de terror. E até que tem uma história aceitável.

Tekken: Outro exemplo de péssimo filme, mas boa adaptação. Apesar de que tem erros horríveis até mesmo nesse quesito. Yoshimitsu, por exemplo. Na verdade, só as lutas e caracterizações se salvam nesse “filme”.

Tomb Raider: O primeiro filme de Lara Croft (vivida por Angelina Jolie) nos cinemas foi interessante. Não fez nada além de bem à imagem da arqueóloga e foi, no geral, um bom filme-pipoca.

Silent Hill: Essa não é das menos piores, é A Melhor Adaptação de Game para Fime. Ficou muito bom. Eu não botava fé nessa! Para mim, o que a Konami fez com o primeiro Silent Hill foi um milagre impossível de ser repetido. A Konami ter conseguido fazer isso de novo com os próximos SH me deixou estupefatíssimo! Mas tudo bem, pelo menos eram o time original. Agora outra pessoa fazer isso, definitivamente era improvável, mas Roger Avary e Christopher Gans conseguiram!  Fizeram uma adaptação da trama do primeiro Silent Hill, mas incluíram elementos do segundo e até do terceiro jogo para tornar a coisa mais cinematográfica. Eu acho válido, já que eles estão fazendo um filme, tem mais que valorizar o produto ao máximo mesmo. Muito do game foi adaptado ao filme e os realizadores se mostraram absolutamente conhecedores da linguagem do cinema, adaptando coisas (como Harry se tornar Rose, por exemplo). Por fim, toda a estética do filme se manteve e ainda chamaram o inigualável Akira Yamaoka (o original dos games) para compor os sons do filme. Muito bom! E ainda tiveram a coragem de não fazer um filme completamente comercial e deixar o final bem ao estilo Silent Hill. Eu aplaudo de pé a Konami por ter sabido dar os direitos de sua série para alguém que realmente sabia o que fazer com eles no cinema. O elenco, apesar de desconhecido, também brilha. Só teve dois pequenos problemas. Um é que, pelo alto número de mulheres no filme, a produtora exigiu a existência do personagem Chris. E, apesar de eu não ter achado particularmente ruim, houve pessoas que reclamaram. Eu não sei como ficaria claro para o público a ideia de realidades alternativas sem a cena de Rose e Chris na escola. O outro é que o filme não faz algo que os games fazem, que é ligar os visuais e modos de agir dos monstros e locais com a psique de algum personagem, fazendo ter significados mais profundos para o terror. Era algo que eu gostaria de ter visto. Mesmo é um filme altamente recomendado para os fãs de SH, fãs de terror e fãs de bons filmes. Só recomendo que fujam da continuação, Revelação, filme horrível.


Final Fantasy se tornou uma das séries mais queridas do mundo dos games, definidora do gênero RPG. E a série com os fãs mais chatos da face da terra. Basta olhar para fóruns dedicados à série que você vai querer esganar um bocado de gente que só sabe xingar os jogos e cobrar coisas.
Mas quando se lê o que eles falam, a impressão que fica é a de que gostaram de FF sem motivo nenhum e agora desgostaram porque se acham Os Inteligentes.
FF é um JRPG famoso pela sua qualidade soberba a cada novo jogo, com muito carisma, bons personagens e novos mundos.
Uma das maiores reclamações de alguns dos fãs com relação aos novos jogos é que eles tem muita tecnologia, a ponto de serem sci-fi. Mas a série FF sempre se manteve a base de muita originalidade. E, sinceramente, é muito melhor poder criar esses mundos mistos, porque dá muito mais liberdade para os criadores. Além do mais, mundos medievais hoje em dia são tão comuns em games que qualquer outro jogo tem mundos medievais. Um mundo de FF sem tecnologia seria com certeza parecido demais com qualquer outro mundo de RPG.
Falando em originalidade, preciso dar exemplos dessa originalidade em gamplay, por exemplos. Em Final Fantasy VI, tem uma dungeon em que se tem que observar o padrão em que o chão aparece e desaparece. Em FFVIII (meu preferido), tem uma parte em que o necessário é não fazer a conversa andar, ou a mudança de perspectiva de jogabilidade na parte dos códigos do trem. Isso torna FF o que FF é.
Além do mais, hoje em dia a tecnologia é uma coisa tão existente no nosso mundo, que acho que não tê-la em um mundo virtual até seria estranho.
Um dos FF mais idolatrados é o VI. Bem, pra mim é só simpático. Porque eu não gosto de histórias simples. Questão de gosto. Muitos dizem que FFVI tem uma história complexa. Não vejo nada disso. Gosto de plot twist, muitas surpresas e revelações. Até alguns mistérios e segredos talvez. Mas isso é só questão de gosto. Só que eu não entendo o que FFVI tem pras pessoas gostarem tanto deles. Qual é a visão dessas pessoas de história?
Quando eu leio o que os fãs de FF pensam, eu passo a acreditar que pra eles a noção de história é: o que já aconteceu nas vidas dos personagens. Por exemplo, parece que consideram a história do FFVIII ruim, aparentemente porque ele não faz um flashback com cada um de seus personagens, mesmo que não tenha nada a ver coma história. FFVIII tem uma coisa que os fãs parecem odiar: foco.
FFVI vai te contar as histórias de cada um dos personagens e acabar, sem ter uma história principal. Parece uma coletânea de mini-histórias pouco conectadas entre si. E ainda tem coisas ridículas como você encontrar do nada o tem que leva para o mundo dos morto no meio do seu caminho, sem explicação nenhuma. Mas tudo bem, eu sou capaz de aceitar isso. Tenho a mente aberta e a noção de que num mundo fictício bem que o trem para o outro lado pode ser encontrado facilmente.
Depois veio o aclamado FFVII, sucesso por sua história complexa (vejam só, parece que não sou só eu que gosto de complexidade) e personagens marcantes. Já vi reclamações de coisas idiotas como, por exemplo, não explicarem o que é Jenova. Pra quê?! Não tem nada a ver uma coisa dessas! Explicando, não explicando, não muda nada na história principal e nos levantamentos filosóficos que o jogo fez. Jenova talvez até tenha sido criada pra ser um mistério mesmo. Algumas coisas são criadas pra ser abstratas mesmo.
Mas a maior reclamação é com relação aos personagens. Que são idiotas-isso, idiotas-aquilo… qual é? Eles preferem mesmo os “personagens” unilaterais dos primeiros FF? FF já teve dois tipos de personagens. Os que não podem ser considerados personagens, porque só tem um lado e uma coisa na mente, e os personagens com dramas humanos e realistas, que os fãs gentilmente apelidaram de emos.
Até os visuais dos personagens são criticados! Mas eu creio que os visuais dos personagens são pra puro impacto, parte da embalagem. São conceitos de arte visual somente. São parte do que o jogo é, parte da arte, se não nem seria necessário um character designer. Eu acho todos os designs muito fodas, muito estilosos. E é isso o desejo da square. Ela até poderia fazer os personagens normais. Fazer um jogo legal com trama legal e personagens com aparência normal. Mas entre fazer e fazer um jogo legal com trama legal e personagens ultra-mega-estilosos é obviamente melhor a segunda opção! O visual é parte do apelo dos games. Parte do estilo, do clima dos games. Parte do conceito. Assim como os gráficos e locais, é parte da apresentação visual dos games. Além do mais, antes de criticar as roupas dos personagens, lembre-se de que eles estão em outro mundo que, assim como o nosso, tem sua moda também, então eles estão na moda do mundo deles. Eu sempre identifiquei padrões visuais nas vestimentas dos personagens de FF.
As histórias também são muito criticadas por apresentarem conceitos interessantes no final. Sempre visando destruir o mundo, mas sempre com algo a mais interessante. Tipo atrair um meteoro, juntar as eras, etc. Eu acho legal isso. Torna os finais e vilões mais originais e os finais mais imprevisíveis.
Indiscutível que os gráficos vem ficando melhores a cada FF.
A jogabilidade também vem ficando cada vez melhor. Mais complexa porém mais fácil de entender. Mais variada. Com mais ação. E, principalmente, pode-se ver os inimigos na tela hoje em dia! fora que nunca mais houve coisas ridículas como encontrar monstros-placa dentro dos prédios da Shinra (que eram pra ser sérios). Não foi nada que estragasse o jogo (distração, talvez), mas é bom não ver mais isso.
Outra reclamação comum é sobre linearidade. Mas isso é reclamação nova, influenciada pelos WRPGs. Porque se Mass Effect e Fable (exemplos) não existissem, ninguém estaria reclamando de nada. Mas é uma questão de escolha. A linearidade permite um trabalho muito melhor na trama. Além do mais, side-quests e rotas alternativas é opcional, é tipo um extra. Afinal, o principal, a jornada, está ali. E é ela que importa.
Até a Square sabe que tem os fãs mais asshole do mundo! Aí quando eles falam que preferem fazer jogos para os novos fãs, os recalcados clamam que é porque os fãs mais novos são menos críticos, engolem qualquer coisa, coisa e tal. Hã?! O quê?! Qual é a lógica numa afirmação dessas? Qual é a diferença entre os fãs mais antigos e os mais novos? Então os antigos são mais burros, é isso? Não consigo entender. A diferença é que os novos fãs não vieram cheio de ideias e pretensões só porque acompanham a série há mais tempo. Eles não vem já com uma ideia na cabeça do que é um FF, uma ideia marcada por jogos que se tivessem sido feitos hoje em dia seriam completamente defasados. Resumindo, os novos fãs tem a cabeça mais aberta. Além do mais, a Square tem que fazer jogos é pros mais jovens mesmo, porque estes tem menos probabilidade de morrer do que os outros, por serem mais jovens. Sendo assim, terão mais (provavelmente) tempo de vida para comprar os próximos jogos do que os fãs de longa data.
Finalizando, sobre a trama (a parte que eu mais gosto em qualquer coisa), eu acho que as tramas dos final fantasies só vem ficando melhores, envolvendo tudo numa trama principal, e não simplesmente se focando em explicar os personagens e deixando meio que pra lá a trama. A história principal é muito mais importante do que as histórias dos personagens gente.
P.S.: Pra mim, os FF atuais criaram um novo tipo de produto multimídia. Eu considero FF um livro em 3D. conta um história, mas na qual você pode conhecer os detalhes, visitar os lugares, conversar com as pessoas. Ou seja, ler um livro com profundidade e camadas e em 3D (não os gráficos, mas no sentido de ver vários lados).
E aí, o que acham?


[Squaresoft Electronic Arts L.L.C.]
Este é mais um dos grandes games da série renomada Final Fantasy. E mais um (o segundo) da série no Sony Playstation 1*.
* Também para PC.
Não é um mero game, também não é só um RPG, menos ainda apenas mais um FF. Apesar de que todo FF é um acontecimento, uma nova obra prima. Não é nem sequer só um game, é uma obra prima de ficção. É o que acontece quando gênios como Nobuo Uematsu, Tetsuya Nomura, Yoshitaka Amano, Hiroyuki Ito e Hironobu Sakaguchi se unem inspirados.

Depois do sucesso de Final Fantasy 7, aclamado pelo público e pela crítica, a Square tinha um grande peso nas mãos. O primeiro grande RPG em 3D não podia ter uma seqüência que não fosse a sua altura, mas a empresa não queria fazer um mero clone. Então, continuando a idéia de misturar medievalismo com alta tecnologia (iniciado suavemente em FF6 e com ápice no 7), a Square decidiu que o novo grande tema de FF8 seria o amor.
Claro que, num RPG, batalha é algo muito importante e o amor acaba tendo sua premissa adiada e sufocada pelo jogo.

História

O game conta a história de Squall Leonhart, ele é aluno da Garden de Balamb. As gardens são como escolas misturadas com academias militares, ao todo três, espalhadas pelo mundo. Quando ele se forma para a maior graduação da escola, se torna um SeeD, é enviado em uma missão.
Ajudar os Forest Owls, um exército que luta pela libertação da cidade de Timber das garras da terrível nação tirana Galbadia e seu líder o tirano Vinzer Deling. Os Owls são comandados pela bela Rinoa, par romântico de Squall. Mas é claro que essa é a ponta da história.
O game tem uma história complicada e envolvente muito bem contada com cenas belíssimas. Alguns podem reclamar do início do game, pois ele não começa já no meio da ação, inícia com você fazendo testes pra se tornar um SeeD. Final fantasy maniacos podem também desgostar da maneira como o game é diferente do resto da franquia. RPGistas podem achar o game fácil demais (como não sou um, achei difícil demais!!!). E, apesar de se propor a falar de amor, o maior conceito no qual se baseia a história do game é o tempo.
E prepare-se pra ter que prestar bastante atenção nessa história “novelo-de-lã”, com revelações e supresas até o último segundo.

^Gráficos

Vamos ao aspecto pelo qual todos os gamers tem uma quedinha. Os gráficos são ótimos, muito lindos. Finalmente a série deixou o formato SD e tem gráficos que estão entre os melhores da era playstation! E CGs belíssimas, vale a pena jogar o game só pra ver as FMVs! Além dos cenários, que são realmente estupendos.
O menu do jogo ou interface gráfica poderia ser mais bonito, é verdade, aquele menu cinza não é muito bonito, mas é detalhe. Também é irritante ver um modo World Map tão feio, mas também é detalhe. De resto, os gráficos são campeões e não há do que reclamar.

^Sons

Os sons do game são dos melhores. Ele tem duas belíssimas músicas cantadas exclusivas (uma delas cantada pela estrela chinesa Faye Wong – Eyes on Me e a outra é uma das memoráveis óperas de Uematsu, Liberi Fatali) e todas as outras canções são também memoráveis. O que se sente falta é do que faz falta em todos os outros RPGs, dublagem, mas ela não faz muita falta em meio a todo o resto do game. E, também, num RPG, dublagem se torna inviável pelo número de falas, que tornaria dublagem algo caro demais. Além do fato de que não caberia tanto áudio num CD.

^Jogabilidade

Aqui está talvez o aspecto mais importante em qualquer game. E é um dos aspectos que, nesse FF, irrita tradicionalistas. A jogabilidade inclui um novo comando, o draw (que rouba magias dos oponentes), quase não é notada diferença entre os personagens, evolução de armas foi reduzida a cada personagem só poder fazer upgrades nas armas e não há acessórios ou sequer escudos pra se equipar. São pontos negativos na jogabilidade, mas ainda assim ela é variada e muda em alguns momentos (como em códigos).
De resto, tem a já consagrada jogabilidade padrão intuitiva e certeira da série de RPG FF. Só é irritante ter que esperar que as apresentações de todas as GFs acabem toda vez. Devido a uma certa habilidade chamada boost que as Gfs tem, não é possível cortar nenhuma animação de batalha. E as lutas são baseadas nelas. Inclusive devido a esse fato, muitos preferem usar somente os limit breaks, habilidades de batalha ativadas de vez em quando.
O game também tem um sistema chamado Junction, meio complicado de explicar, mas fácil de entender. Nesse sistema, os personagens se juntam às GFs e são as GFs que estão com determinado personagem que determina quais comandos ele poderá usar em batalha. As GFs nesse game evoluem, e com isso novas habilidades são destravadas. Pelo sistema de Junction, também, v^ocê pode juntar um personagem a um elemento como Fire(Fogo) e Bitz(Gelo).

^Diversão

Muito divertido!

^Comentários Finais

Ele é feito em 4 Cds.

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^Notas

Enredo: 10,0
Gráficos: 10,0
Sons: 10,0
Jogabilidade: 8,0
Diversão: 9,0

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^Detalhes Adicionais

* É uma obra-prima;
* É muito inteligente. Exemplos da inteligência presente no game são o modo como todas as coisas que acontecem no fim do primeiro CD se encaixam, os planos dos personagens pra cumprir seus objetivos (ou táticas militares), etc. Os sistemas do jogo são muito bem usados, até o fato de as falas só andarem, quando você aperta pra que prossigam é usado, num dado momento;
* Também são muito interessantes as teorias que certos detalhes despertaram nos jogadores, obrigando a própria Square a desmentir certos boatos sobre Rinoa e Ultimecia serem a mesma pessoa.
* Os já tradicionais chocobos tem uma participação mínima no jogo e só são úteis através do aparato Chocobo Station, ligado na entrada para memory card e creio que não veio para o ocidente.
* O game FF8 tem um mini-game, o card-game Triple Triad, que é muito interessante e consegue chamar a atenção e é bastante divertido. Além disso, ele acaba sendo útil no game.
* “As CG’s em tempo real impressionaram! Você está andando, começa a granular a imagem, uma cena começa a passar atrás de você e depois quando menos espera já começou a cg.”.
* “Alguém sabe se os cenários são em CG? Eles tem uma qualidade impressionante.”
***Originalmente publiquei este review no GameVicio.***