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Melhores Jogos de Wii

Publicado: 19 de junho de 2014 em Listas
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Essa é uma lista que eu estou fazendo, então ela vai mudando conforme eu for jogando mais jogos.

Os Melhores do Wii

skywardsword-1The Legend of Zelda – The Skyward Sword: Certamente o melhor jogo de toda a biblioteca do Wii. Mas eu vou começar falando do que ele tem de errado. A velocidade dos textos é muito lenta e apertar botões apressa eles muito pouco, além do fato de que Fi, a companheira do Link nessa aventura, fala muito, fala as coisas mais óbvias e se repete muito. Isso se torna muito irritante, e é um enorme retrocesso em relação a Twilight Princess. Além disso, tem uma parte do jogo que me irrita muito também, que é uma certa luta aérea contra um chefe. Na verdade, voar de pássaro é uma coisa muito chata que existe nesse jogo. Sempre que a Big N inventa de colocar isso nos jogos, se torna algo maçante, seja no Twilight Princess ou no Mario Galaxy 2. Agora os pontos positivos, que são muitos e superam em muito os pontos negativos. O jogo é genial, certamente feito por pessoas que são gênios. Eu não duvido que Eiji Aonuma, o responsável pela série Zelda, esteja num nível superior ao resto da humanidade, pelo menos intelectualmente. Os puzzles são todos muito bem pensados, e há uma grande quantidade deles. Na verdade, todas as partes boas do jogo vem em gigantesca quantidade (e qualidade). Na verdade, o level design é um dos melhores, mesmo dentro da excelência imposta pela própria série Zelda. O jogo traz algumas inovações à franquia, a maior delas sendo o Motion Plus (que é necessário para jogar), que permite jogabilidade 1×1, ou seja, tudo que você faz com a espada é pêgo imediatamente pelo jogo. Isso é utilizado de maneiras criativas e interessantes dentro do jogo. Outra novidade interessantíssima é a barra de stamina, ela incrementa muito o jogo, permitindo adicionar dificuldade, já que o Link se cansa, e também movimentos a la Prince of Persia. Os gráficos estão maravilhosos, e a parte artística visual também brilha muito. Além do mais, são gráficos que não vão envelhecer, devido a uma escolha artística de adicionar um filtro que faz parecer meio que uma pintura e, ainda por cima, disfarça quaisquer defeitos visuais que o jogo tivesse. A trilha sonora é ótima, também, e a qualidade técnica é superior nessa versão, finalmente orquestrada. O jogo também apresenta uma gigantesca variedade de conteúdo, de maneira que é uma das coisas na vida que vale o preço que se paga, e até o ultrapassa. Sério, a quantidade de conteúdo principal já é gigantesca, o jogo é enorme, e ainda tem as sidequests. super-mario-galaxy-2-20090602012052378_640w

Super Mario Galaxy 2: É inegável toda a sua qualidade. Apesar de pra mim ele se parecer muito com uma coletânea de minigames minimamente conectados e não uma experiência coesa de jogatina, em todos os momentos existe a genialidade de Shigeru Miyamoto bem visível.  O jogo é longo, apresenta muitos desafios interessantes, diferentes e geniais, com a jogabilidade galaxy, ou seja, usando a gravidade dos cenários. Os gráficos são alguns dos melhores gráficos do Wii e a sonoridade também é excelente. É o melhor Mario 3D já feito e é tão criativo e realmente impressionante que é difícil de acreditar.

ss-002Pandora’s Tower: Sendo o último jogo lançado da Operation Rainfall, o hack’n slash da Ganbarion parece bastante com um Zelda. Só que ele é mais inovador e isso torna ele bem interessante. A jogabilidade se baseia na Oraclos Chain, e ela é um dispositivo de jogabilidade que utiliza muito bem as capacidades do Wiimote, principalmente o pointer. Você utiliza ela para arrancar coisas dos inimigos, se dependurar pelos cenários e afins. A jogabilidade é bem calibrada e responsiva, e também é rápida e criativa. Os cenários são todos muito interessantes criativa e tecnicamente, já que os gráficos são estonteantes. A ótima sonoridade completa o pacote. Por fim, a maior inovação do jogo é a mecânica do tempo. Enquanto você está nas dungeons há um timer contando e, caso você o exceda, a moça que você está tentando salvar no jogo se torna um monstro e você perde. Eu pensei que havia a possibilidade de esse ser um gimmick falho e irritante, mas não. Funciona maravilhosamente bem, com você abrindo atalhos para sair da dungeon quando preciso. Também ajuda que o jogo é muito competente em te fazer ter compaixão pela donzela. Por fim, não posso deixar de saudar o louvável esforço da Xseed, que foi quem localizou o jogo para a América. A tradução E a dublagem ficaram ótimas. sonic.colors.review.111010-530px

Sonic Colors: Não que seja um jogo excelente nem nada do tipo. Mas ainda assim é o melhor jogo 3D do Sonic desde o Adventure 1 do Dreamcast. Apresentando alguns dos melhores gráficos do Wii, e considerando que a soundtrack de um Sonic nunca decepciona, temos a jogabilidade como algo muito bem feito, principalmente com a adição dos power ups conhecidos como wisps. O único problema que eu tenho com a jogabilidade desse título é que ela é muito desconexa, no sentido de que não há plataformas nas partes 3D e não há correria nas partes 2D. É como se fossem dois jogos diferentes misturados em um. De qualquer forma, o jogo é bastante recomendável. new super mario bros. wii screen 5

New Super Mario Bros. Wii: Um dos melhores jogos do Mario, é uma experiência inacreditavelmente boa. Tanto o excelente multiplayer quanto o ótimo single player funcionam muito bem. E o design das fases é algo que precisa ser visto pra se acreditar, de tão genial. Além de que a responsividade aos comandos torna tudo muito fluido. Os gráficos são ótimos e a sonoridade, embora não tão inspirada quanto em certos outros jogos da série, ainda assim incrementa muito bem o jogo.

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Wii Sports Resort: Nem vou colocar o Wii Sports aqui, considerando que o Resort o tornou obsoleto. Sim, há modalidades que estão presentes nele que o Resort não tem, mas depois de jogar usando o Motion Plus, é impossível querer voltar pro IR (infravermelho, o modo do Remote em motion plus). Além do que, certas modalidades são substitutas, o tênis de mesa, por exemplo, é a mesma coisa do tênis, só que mais objetivo. Enfim, jogar esses esportes 1×1 é incrível, destaque principalmente para o tênis de mesa/ping-pong, e também são ótimos arco-e-flecha e frisbee. Até por que em alguns, como os dois mencionados agora, permitem que dois ou mais jogadores se enfrentem alternadamente, mesmo tendo apenas um joystick. Aliás, eu me pergunto por que os videogames de hoje em dia vem com um só joystick, antigamente sempre vinham com dois. É algo a se pensar. Enfim, WSR é obrigatório a todos os donos de Wii. the-legend-of-zelda-twilight-princess-wii-version-20060607043210896 

The Legend of Zelda – The Twilight Princess: Esse é, para todos os efeitos, um jogo portado do Game Cube. Portanto, em certos aspectos ele não é tão impressionante. Por exemplo, as texturas se repetem muito devido à pequena capacidade de armazenamento dos discos do GC. Enfim, o fato é que eu gosto mais do estilo de gráficos realistas do Twilight do que do estilo artístico empregado em Skyward Sword, que o aproxima mais do cartunesco. Apesar de que o estilo do Skyward leva certas vantagens, já que o estilo realista do Twilight em certos momentos apresenta um visual muito genérico. E mesmo sendo um jogo do Cubo, impressiona muito, como na floresta cheia de vida do princípio do jogo, e vários outros momentos. A trilha sonora é ótima artisticamente, mas peca um pouco na qualidade técnica. Os puzzles são geniais como sempre, e é ótimo jogar como lobo, também. Apesar de que pegar as Tears é um saco (tanto aqui quanto no Skyward, mas elas são mais chatas aqui). Outro aspecto em que ele é melhor do que o Skyward é que o texto não é tão devagr e pode ser apressado e a Midna não é tão óbvia e falastrona quanto a Fi. O jogo é enorme e variado, como sempre, e também muito original. A trama é muito bem apresentada, com as melhores cenas que eu já vi na franquia Zelda; são bem mais cinematográficas do que as dos outros jogos. Mario_Kart_Wii_

Mario Kart Wii: Mesmo quem não gosta de um jogo de corrida (eu na maior parte do tempo) MKW é um jogão. Valores altíssimos de produção e de diversão, muito conteúdo, ótimos gráficos e músicas a parte artística também é matadora. Não tem nada menos do que espetacular a respeito desse título. É um jogo de alto calibre, com muita personalidade e capacidade de encantar. E mais, um jogo de corrida com level design (fantástico, by the way). Mario Kart Wii ainda adicionou bem-vindas novidades à formula de Mario Kart. No caso, agora se pode correr em motos e não mais apenas karts, e também a maravilhosa adição da habilidade divertidíssima de drift (derrapagem). just-dance-3-wii-10

Just Dance 3: Um jogo contagiante de dançar, com coreografias muito divertidas para ser feitas com amigos (ou sozinho) e gráficos vibrantes que te convidam a entrar na dança. O jogo é da Ubisoft, então a parte técnica é um primor. Eu não sei se a leitura dos seus movimentos com o Wiimote é tão precisa, até por que não há suporte ao Motion Plus (nenhum jogo de dança do Wii tem), mas pela minha experiência, a fidelidade não é tão ruim. Ah, a seleção de músicas também é muito boa. resident_evil_remake_poster___the_remake_by_iceweb38-d5fjavm

Resident Evil Archives: Resident Evil 0 e Resident Evil Remake: Ambos são jogos de Game Cube, na verdade, apenas portados para o Wii. Imagino que o motivo disso, mesmo que o Wii tenha retrocompatibilidade, é a dificuldade em encontrar esses jogos em sua versão para o GC e a Capcom querer ganhar dinheiro fácil.Eu agradeço por isso, já que versões posteriores do Wii não tem retrocompatibilidade (meu Wii é um desses) e os jogos são ótimos. A ponto de eu colocar eles entre os melhores do Wii. E eu fiz isso simplesmente por que eles são tão exclusivos das plataformas Nintendo. Enfim, com relação a jogar eles pela combinação Wiimote + Nunchuck, eu acredito que seja quase ideal, e funciona perfeitamente bem, mas o analógico certamente não é a melhor forma de controlar jogos com controle tanque. Um direcional comum seria muito melhor. Felizmente, esses jogos tem suporte ao Classic Controler e ao joystick do Game Cube. São jogos muito bons, com grande esforço colocado em sua confecção pela Capcom, que deveriam ter recebido maior atenção na época em que foram lançados e deveriam receber mais atenção atualmente também. Especialmente o RE0.

Donkey Kong Country Returns: Jogão com jogabilidade 2D e gráficos primorosos e simpáticos, que te coloca em situações criativas e desafiadoras.

Metroid Prime Trilogy: Especialmente o 3 Corruption, que é único dessa coletânea que foi feito já se pensando no Wii Remote, pois o Metroid Prime 1 e o 2 Echoes foram feitos para o Cubo e apenas portados. Mesmo que não é particularmente fã de FPS, como eu, gostará desse jogo, pois ele tem exploração, plataforma, o estilo metroidvania, eles são considerados FPAs (aventura em primeira pessoa).

Super Paper Mario: Jogo muito bacana da subsérie Paper Mario, com uma mecânica super original e bem implementada e, no geral, um jogo com carisma.

Outro jogo que eu preciso jogar mas já posso supor que é um must-have, é Metroid Other M.

Hunger Games

Jogos Vorazes (Hunger Games em inglês) é uma trilogia literária bem-sucedida feita pela (também autora de cinema) Suzanne Collins. Os nomes dos livros são, em ordem: Jogos Vorazes (Hunger Games), Em Chamas (Catching Fire) e Esperança (Mockinjay).

É um livro de futuro distópico, em que os Estados Unidos caíram, tendo ascendido em seu lugar uma nova nação, nomeada Panem. Essa nação é constituída de um governo central, o Capitol, e outros 13 distritos. Acontece que os outros distritos são tratados com tirania pelo capitol, e sendo assim o distrito 13, o mais pobre de todos, se revolta. Isso acaba por causar sua destruição e, para marcar esse dia na mente de todos os cidadãos de Panem, o Capitol passa a fazer, anualmente os chamados Jogos Vorazes.

Nesses jogos, duas crianças de no mínimo 12 anos são escolhidas de cada distrito. Um menino e uma menina de cada, num total de 24 tributos, como são chamados os escolhidos. Os nomes são sorteados. E então as crianças vão para uma arena e lutam, sendo que só uma sobreviverá ao final de tudo.

E quando a irmã mais nova de Katniss Everdeen do distrito 12, Primrose, é escolhida, Katniss se voluntaria para ir em seu lugar. Assim começa essa trama muito bem construída.

Katniss é uma personagem forte, inteligente, uma verdadeira lutadora. E como narradora, ela realmente nos liga à trama. São muito interessantes as ligações entre o mundo fictício dos livros e o nosso, e a maneira como as aparências realmente se fazem importantes em cada página, tanto que tudo tem que ser pensado de maneiras práticas e também em como vão parecer, já que os hunger games tem esse aspecto de reality show também. Acaba sendo um pouco de crítica à superficialidade na sociedade.

Sociedade, aliás, é um dos temas principais de toda a obra, com muita política envolvida. E não pense que por que os personagens são tão jovens, são poupados de atrocidades e tragédias, por que elas acontecem a todo momento. Não existe esse limite aqui e isso se prova benéfico ao drama e à narrativa, enquanto que tudo pode acontecer e às  vezes realmente acontece. Às vezes pior do que até mesmo nós podemos imaginar. É uma história bem cruel, ainda mais cruel por acontecer com crianças, muitas deles inocentes vítimas.

Os personagens são, geralmente, bem-construídos, com muitas nuances de personalidade. E também são muito bem estudados e aprofundados. Por mais que os vilões sejam essencialmente maus e maniqueístas, não chega a detrair da experiência.

Experiência essa que cresce a cada novo livro, chegando num terceiro livro tão intenso que às vezes nos perguntamos quão mais longe tudo pode ir. E o livro também tem algumas coisa futurísticas, já que é um livro de futuro hipotético, não poderia deixar de ter tecnologias novas. Mas a autora peca ao descrever esses momentos e fica muito confuso de entender o que diabos está acontecendo em determinados momentos.

Tem tons altamente filosóficos em determinados momentos, bons romances (embora não sejam o foco da narrativa), boas reviravoltas, às vezes te deixa se perguntando o que está acontecendo exatamente (dessa vez no bom sentido) e termina muito bem.

P.S.: Tanto que está virando filme. Para meu desgosto eterno, estão mockinjaymarqueteando JV como o novo Crepúsculo. Isso é o mais completo absurdo, já que Crepúsculo não chega aos pés dessa série em qualidade. E essa trilogia merece muito mais que a maioria todo o sucesso que vem fazendo.

Ah, baixe os livros:

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Contras

• A jogabilidade para andar é muito chata. O personagem anda na direção em que você apreta pra ele ir. Nos confrontos com monstros, você pode até querer dar só uns passinhos pra se afastar dele, mas como o personagem vai virar naquela direção, você perderá a mira. Seria muito melhor uma jogabilidade mais clássica e funcional, a La Resident Evil.

• A lanterna é inutilizável. O seu personagem fica completamente travado em posse dela. Logo, entrar em um lugar escuro é puro pesadelo, no sentido de jogabilidade ruim da palavra.

• O movimento do barco torna MUITO difícil mirar no convés. Isso, aliado à agressividade dos monstros, ao fato de que só morrem se você atirar na cabeça e à baixa visibilidade devido à enxurrada de efeitos na tela, gera várias mortes desnecessárias e irritantes. Pelo menos existe a opção de diminuir os efeitos visuais especiais, o que eu aconselho a deixar tudo no mínimo.

• Você não salva onde quer, mas em lugares pré-programados, uma vez por lugar. Isso torna o game uma correria e fica difícil aproveitá-lo bem. • No computador, sem joystick, a mira é feita com o mouse, e só com ele, e isso é ruim.

Prós

• Não tem mapa. E, exclusivamente nesse jogo, isso é uma coisa boa. Não tem muito desafio, fora os monstros e gimmicks. O jogo é bem linear. Só que você ter que se guiar pelas falas, missões e escritos em Russo faz ele ter um fator exploração muito bacana.

• O jogo te fala, no menu, o que você tem que fazer a seguir.

• Os gimmicks causados pelo balanço do barco são muito bacanas.

• Há a possibilidade de dar critical hit nos monstros.

• Os saves estão bem colocados. E o fato de serem regrados dá um tom de urgência ao jogo que, se atrapalha o fator replay, pelo menos torna a experiência mais forte.

• Os visuais são, às vezes, estonteantes.

• É bem sangrento.

• Tem alguns sustos.

• Os monstros são bacanas.

• Alguns cenários são bem criativos.

• Tem muita munição. E você pode pegar munição dos caras que matou.

*Líquidos respingam na câmera (tela) (como sangue, água…). É bem legal. Quer dizer, em qualquer outro jogo seria ridículo, mas a temática faz com que seja bem interessante aqui.

• O jogo é bem realista.

Mortal Kombat: Apesar do relativamente baixo orçamento, a trama do filme, baseada integralmente na do primeiro game, foi muito melhor do que de costume. Também teve lutas interessantes (é baseado num jogo de luta) e maneiras interessantes e criativas de incorporar os ingredientes dos games no filme. Além de Christopher Lambert no elenco, os outros também são bacanas. As caracterizações são boas e só em alguns momentos os FX ficam toscos (isso é um elogio). Eu sou adepto dessa ideia de fazer um filme exatamente com a mesma história do game e de fazer um filme baseado em um só game . E sou mais adepto ainda de adaptar filmes de jogos de luta. Isso porque, de todos os estilos de jogo, os de luta são os que tem menos foco na história e ela é menos contada, logo é mais interessante para a equipe de produção preencher e fazer uma trama onde antes havia só uma colcha de retalhos. E Mortal Kombat tem o que é uma das melhores e mais interessantes tramas do mundo dos games (ou potencial para isso). E esse filme, baseado no primeiro e o game com a história mais simples, fez isso muito bem.

Final Fantasy 7 Advent Children: Também sou muito adepto de fazer um filme-continuação de um game, se encaixando na linha histórica. Mas pra isso tem que ter a equipe original, pelo menos o criador original, trabalhando junto com os cineastas. Aliás, eu acho que toda adaptação deveria ter como consultor o criador da franquia original. Final Fantasy não é um filme de verdade (é uma animação), mas é muito bem feito e merece estar na lista. Ele não é nem sequer um “menos pior”, mas é um dos melhores mesmo. Tem uma boa trama (apesar de ser feita para os fãs do 7º FF, tem boas cenas e aspectos técnicos impecáveis.

Final Fantasy The Spirits Within: Esse filme foi muito criticado por não ter nada em comum com nenhum dos games da série. Mas nenhum dos games da série tem nada a ver um com o outro. São fan-bases diferentes e seria um tiro no próprio pé escolher um dos games pra fazer um filme. Então fizeram um filme completamente original. Ficou muito bacana. Tem uma trama boa, ação, bons personagens e gráficos incríveis (técnicamente mais incríveis que os de Advent Children, mas esteticamente inferiores).

DOA Dead or Alive: Serei crucificado por incluir este filme na lista. Mas eu gostei. Fui jogar o game e descobri que grande parte da (ínfima) storyline do jogo está lá no filme. E o filme tem uma estética muito bacana. Apesar de um horrível conceito girl-power, não chega a estragar a película. Além do mais, as caracterizações estão boas, as lutas estão soberbas e tudo tem um ótimo ritmo. E vários detalhes do game foram adaptados às telonas de forma dinâmica.

Prince of Persia: Bem mais ou menos. Mas realmente adaptou muito do que os games tem de maneira relativamente satisfatória, e isso vale para os fãs. Não é um bom filme, mas é uma boa adaptação.

Resident Evil: Sim, mas só, apenas, somente o primeiro filme. Porque eu acho que dá pra encaixar ele na cronologia REviliana, já que ele pode se passar homologamente ao 1º game e terminar no começo do 2º game. Além do mais, tem alguns momentos de tensão (embora tenha predominância de ação) e um pouco de terror. E até que tem uma história aceitável.

Tekken: Outro exemplo de péssimo filme, mas boa adaptação. Apesar de que tem erros horríveis até mesmo nesse quesito. Yoshimitsu, por exemplo. Na verdade, só as lutas e caracterizações se salvam nesse “filme”.

Tomb Raider: O primeiro filme de Lara Croft (vivida por Angelina Jolie) nos cinemas foi interessante. Não fez nada além de bem à imagem da arqueóloga e foi, no geral, um bom filme-pipoca.

Silent Hill: Essa não é das menos piores, é A Melhor Adaptação de Game para Fime. Ficou muito bom. Eu não botava fé nessa! Para mim, o que a Konami fez com o primeiro Silent Hill foi um milagre impossível de ser repetido. A Konami ter conseguido fazer isso de novo com os próximos SH me deixou estupefatíssimo! Mas tudo bem, pelo menos eram o time original. Agora outra pessoa fazer isso, definitivamente era improvável, mas Roger Avary e Christopher Gans conseguiram!  Fizeram uma adaptação da trama do primeiro Silent Hill, mas incluíram elementos do segundo e até do terceiro jogo para tornar a coisa mais cinematográfica. Eu acho válido, já que eles estão fazendo um filme, tem mais que valorizar o produto ao máximo mesmo. Muito do game foi adaptado ao filme e os realizadores se mostraram absolutamente conhecedores da linguagem do cinema, adaptando coisas (como Harry se tornar Rose, por exemplo). Por fim, toda a estética do filme se manteve e ainda chamaram o inigualável Akira Yamaoka (o original dos games) para compor os sons do filme. Muito bom! E ainda tiveram a coragem de não fazer um filme completamente comercial e deixar o final bem ao estilo Silent Hill. Eu aplaudo de pé a Konami por ter sabido dar os direitos de sua série para alguém que realmente sabia o que fazer com eles no cinema. O elenco, apesar de desconhecido, também brilha. Só teve dois pequenos problemas. Um é que, pelo alto número de mulheres no filme, a produtora exigiu a existência do personagem Chris. E, apesar de eu não ter achado particularmente ruim, houve pessoas que reclamaram. Eu não sei como ficaria claro para o público a ideia de realidades alternativas sem a cena de Rose e Chris na escola. O outro é que o filme não faz algo que os games fazem, que é ligar os visuais e modos de agir dos monstros e locais com a psique de algum personagem, fazendo ter significados mais profundos para o terror. Era algo que eu gostaria de ter visto. Mesmo é um filme altamente recomendado para os fãs de SH, fãs de terror e fãs de bons filmes. Só recomendo que fujam da continuação, Revelação, filme horrível.

Porquê todo mundo é tão negativo? Sério, a maioria das coisas que eu leio é destacando o lado negativo das coisas. Eu queria eu mesmo ser imparcial. Mas eu sei que eu só falo das coisas boas, porque só falo das coisas de que gosto. Posso até passar pelas coisas ruins, mas elas são tão pequenas comparadas com as boas. E, sinceramente, é assim nos jogos de Sonic. As pessoas parecem nem pensar um pouco e analisar antes de criticar. Vamos ver algumas críticas sobre novos games de Sonic e comparar com os antigos.

Modernização

Existem muitas críticas na net contra Sonic em cidades e etc.. Inclusive críticas aos Adventure, que na época que saiu foi super aclamado. Mas nos antigos jogos de Sonic, ele andava em fábricas, cassinos, bases militares. Isso é urbano, então não é novo o Sonic correr por cidades.

Humanos

Também se tem criticado muito os humanos em aparições no mundo de Sonic. Elise, por exemplo. Mas Robotnik é humano. E ele é um dos personagens mais principais de todos. Por quê ele seria o único humano existente em todo o mundo? Além do mais, o ambiente urbano permite a existência de humanos no universo do blue blur.

Sonic fala!

O que realmente não tinha nos jogos clássicos. Exceto o que parece ser um “bubble” que Sonic fala ao pegar uma bolha nas fases aquáticas. Mas jogos 3D pedem vozes, praticamente, ainda mais na geração atual. Mario passou a ter vozes e ninguém nunca achou ruim. O problema real é as vozes não darem certo, serem mal sincronizadas ou a dublagem ser ruim. E é óbvio que, se os animais fazem aeroplanos, se tornam amigos uns dos outros e um ouriço é heróis, que esses personagens tem que falar. Podia ser só uns textinhos, mas com vozes fica mais completo.

Tamanho

Isso nem de longe é um ponto negativo. Um zilhão de vezes um game perfeito de 3 fases do que um quase bom de 254. Eu acho que grande culpa do Sonic ter jogos ruins vem da Sega tentar aumentar o tamanho dos jogos, porque hoje em dia o povo tá viciado em jogos grandes que demoram 3 anos, 4 meses, 455 dias, 1 hora e 2 minutos pra ser completados! Os antigos jogos de Sonic eram curtos.

Excesso de Personagens

Nos antigos jogos, cada um deles trouxe um personagem diferente. Primeiro o Sonic e o Robotnik e só. Depois o Tails (e o Metal Sonic), depois o Knuckles, depois a Amy. Só o Adventure que trouxe um pouco mais. Tá, era uma progressão pequena no número de personagens. Mas ainda assim sempre tinham personagens novos. E talvez esse aumento cada vez maior nessa progressão seja, exatamente, pra aumentar o tamanho dos jogos.

Excesso de comandos

Essa crítica eu não li em quase lugar nenhum. Ela é mais minha mesmo. Porque eu acho a série Rush muito, mas MUITO cheia de comandos. Cada jogo clássico do Sonic tinha uma inovação. O Spin Dash no 2. As bolhas com poderes no 3 (e o voo e o nado do Tails). Knuckles e todos os seus poderes no Sonic & Knuckles. E no Adventure teve o Homing Attack. E depois, a partir de level ups, Sonic ganhava o Light Dash que anda por argolas e o destrutivo. Bem, mais comandos não tem nada de ruin, desde que o jogo mantenha um desafio, facilidade de manuseio e diversão.

Câmera

Jogos antigos não tinham câmeras. Era bem mais fácil utilizar-se do personagem neles. Mas eu até acho que, dada a velocidade do Sonic, aliada a complexidade dos cenários, a câmera e todo o sistema de todos os jogos do Sonic são perfeitos e fenomenais! Porque é quase impossível acertar 100%. Ao contrário de quase todo mundo, eu nunca tive problema nenhum com a câmera dos Sonics 3D. Sonic é um jogo de corrida com muito mais complexidade e misturado com plataformas e ação. É um conceito que alia alta velocidade e complexidade e que deve ser muito trabalhoso. Eu acho que o Sonic Team fez foi milagre com o Sonic em 3D. E eu acho Sonic Adventure e o Heroes jogos muito melhores do que o aclamado Mario 64. Gosto de linearidade.

Linearidade

Nos jogos antigos você podia fazer o quê de mais? Backtracking? Na maioria das vezes você só podia voltar um pouquinho pra trás, só nas primeiras fases do Sonic 1 você podia voltar a fase toda. Vários caminhos pra se chegar ao final da fase e isso tem nos Sonics 3D. agora escolher pra onde vai nunca foi algo existente nos jogos Sonic. E a tentativa de adicionar isso resultou nas horrendas Adventure Fields, que quebram o ritmo do jogo.

Tem correria demais!

Em parte eu posso até concordar. Sonic deveria unir velocidade e plataforma, e não separar o game em partes de plataforma e partes de velocidade. Correr enquanto pula nas plataformas e mata badnicks. É esse o estilo do ouriço. Pra falar a verdade, no começo eu nem sabia dessa história do Sonic ser rápido. Só sabia que era um ótimo platformer diferente dos demais. Faz poucos anos que eu descobri que ele era veloz, coisa e tal, pelo que li na internet. Mas, sinceramente, eu não vejo um excesso de velocidade em nenhum dos games do Sonic.

É fácil demais

Não posso dizer nada quanto a isso, porque eu gosto de jogos fáceis. Mas eu acho que tem bastante dificuldade nos Sonics 3D com relação às quedas.

Design do Sonic

Sério, gente? Se você ver os três primeiros Sonics, em cada um os personagens estão de um jeito. Sempre há evolução no design dos personagens. Mario, Crash, qualquer personagem evolui pra se adequar à época, à medida que o estilo do personagem vai ficando cada vez mais sólido. Além do mais, 3D é uma abordagem diferente, que merece uma cara diferente.

Level desgin

Concordo plenamente. Design das fases é a alma do negócio. Tem que valorizar os personagens e gimmicks. Minha maior reclamação é com as fases de Cassino. Credo, o que fizeram com aquilo! No Mega Drive, todas as fases eram de plataforma. Não tinha uma única fase que destoasse do conjunto. Mas nos Sonic 3D adicionaram partes de aventura sem plataformices e pinball, que deveria ser um jogo separado ou mini-game extra, mas nunca vir no meio e cortar a ação do game, e ainda sendo obrigatório. Pra mim, o ÚNICO erro dos jogos de Sonic em 3D.

Músicas

Tá certo, as músicas dos antigos eram perfeitas. Não ligo muito pra músicas, mas pra mim rock combina com o estilo edgy e cool do personagem.

E só apertar pra frente e pronto

Mesmo nos jogos antigos tinham longas seções automáticas. É só exibicionismo. Mas ainda assim tem muitas partes em que você tem o total controle. E é certeza de que só apertando pra frente você morrerá.

História

Esse é um ponto complicado, de várias faces e diferentes visões. Por isso vou começar falando dos clássicos, quase sem história. Mas eles tinham uma trama, contada nos manuais de instruções. Mas in-game, a primeira vez que Sonic teve uma história aparente foi no Sonic 3 & Knuckles. Era bem simples. Então história é algo completamente desnecessário nesses jogos. Rogo que pulemos todas as cenas dos jogos do Sonic e nos foquemos só no gameplay. Porque Sonic é pra crianças também, então a história vai ser bobinha mesmo.

MELHORES JOGOS (Entre os que eu joguei)

12º Sonic Generations – Generations não é ainda um ressurgimento do Sonic por não ter um fator exploração bem implementado. Não que precisasse, mas é um elemento a mais (e um que S3&K tem de sobra) e, além disso, exploração é encorajada no Generations, através das estrelas vermelhas e caminhos alternativos. A falha está no fato de que, a despeito desse encorajamento, o jogo não parece ter sido feito com exploração em mento, com uma câmera restritiva, excesso de molas propulsoras e dashpads te empurrando pra frente, etc, etc. Desse modo, é como se o jogo estivesse brigando consigo mesmo. Ainda assim, é o melhor jogo 3D do Sonic (mas o Adventure tinha exploração melhor). Vale mencionar que considero o Generations um jogo mais 2D do que 3D (assim como o Colors), já que ambas as partes 2D (classic e modern) são as melhores partes do jogo, com mais profundidade, desafio e complexidade.

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Prós: Nostalgia

Contras: Não é perfeito

11º Sonic the Hedgehog 4 Episode 2 – O episódio 2 de Sonic 4 faz muitas coisas certas, muitas delas a primeira parte já havia feito, mas também houve grandes melhorias, como gráficos e física. O jogo funciona muito bem, apesar de não trazer praticamente nada de novo. Ainda assim, ele traz técnicas de dupla com o Tails e alguns gimmicks em fases específicas.

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Prós: A física funcional

Contras: Falta de originalidade

10º Sonic Colors DS – pela volta em grande estilo

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Prós: Jogabilidade Sonic!

Contras: A tela pequena do Ds não combina com o jogo.

Sonic CD – por ser bem clássico num gráfico meio novo


Prós: Viagem no tempo nas fases

Contras: Fases esquisitas mal-conceitualizadas

Sonic Heroes – jogar em trio não tem preço

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Prós: Jogar em trio.

Contras: Casino e Bingo. São CHAAAAAAAAAATOS!

Sonic Colors – diferente, mas bom

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Prós: Novidades refrescantes sem perder a identidade

Contras: Em 2D você faz plataformas, em 3D você corre. Os estilos de jogo são muito separados e isso depõe contra a coesão do jogo.

Sonic Adventure DX – pela revolução

Prós: Boa jogabilidade com Sonic nos action stages.

Contras: Adventure Fields são um pouco chatos e a Casino também. E as Sky Chase são inúteis.

Sonic the Hedgehog 2 – seqüência perfeita, fases temáticas e spin dash

Prós: Spin dash; mais zones, de 2 atos apenas.

Contras: Nenhum.

4º Sonic the Hedgehog – o início de tudo

Prós: Jogabilida intuitivíssima

Contras: Nada

Sonic and Knuckles – Knuckles e gráficos liiiindos

Prós: Knukles

Contras: Nada

Sonic the Hedgehog 3 – muito mais habilidades, fases complexas e saves

Prós: Poderes novos, saves e etc.

Contras: Nada

Sonic 3 and Knukles – S&K + Sonic 3!

Prós: Tudo

Contras: Nada

E vocês, leitores, que acham?

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Série Final Fantasy. Uma luta com um dragão. É esse tipo de grandiosidade e qualidade épica que se vê nos três games da série principal no PSX: 7, 8 e 9. O 7 é um clássico absoluto, com uma história interessante e emocionante. O 8 tem talvez os melhores gráficos do Play1, com uma história também muito bem trabalhada. E o 9 traz a nostalgia da volta ao passado.

Soul Edge/Soul Blade. Lutas com espadas e muitos efeitos especiais. O efeito de rastro das armas brancas é um luxo! Eu considero esse o melhor game de lutas 3D do Play. Ele tem uns golpes interessantes, gráficos totalmente 3D (não aquele fundo de papelão do Tekken no PS). E também tem personagens muito bacanas de se jogar. Além disso, tem um modo com missões especiais pra destravar novas armas. É muito bom.

 

Alone in the Dark 4- The New Nightmare. Um bom jogo de luzes e sombras. Uma história profunda e obscura explicada magistralmente nos documentos encontrados na mansão Morton, envolvendo ambição desmedida e abusos de ciência e poder. Dois personagens com jogos realmente paralelos (não como em RE2, mas paralelos mesmo). Um ótimo survival horror!

 

Silent Hill. Prepare-se para o bizarro, para estar em lugares inimagináveis. Para o terror. Se utilizando de idéias muito interessantes pra escapulir das limitações do hardware do PS1, a Konami trouxe um jogo de terror psicológico (o 1º deles) e com uma sonoridade perfeita criada por Akira Yamaoka. Silent Hill é um título único e recomendadíssimo.

 

Metal Gear Solid. Furtividade. Foi isso que Metal Gear Solid trouxe para os games. Se esconder atrás das coisas, não ser visto… apesar disso, tem muita ação. Gráficos que são muito bons (até mesmo acima do que se pensava que o PSX podia ir) e uma trama inteligentíssima completam a grande obra de Hideo Kojima e da, sempre competente, Konami. Perfeito.

 

Parasite Eve. Um jogo de terror chique. Com forte elemento de RPG. E uma trama muito, muito boa. E jogabilidade original. E o début de Aya Brea nos games. A série Parasite Eve sempre foi muito boa, e os dois primeiros games foram no 32-bit da Sony. Os gráficos são bem legais, apresentando locações da vida real (em Nova York), com uma trilha envolvente também.

 

Série The King of Fighters’. Lutas ferozes e estilosas em 2D. Personagens icônicos. A série KOF trouxe tudo que a SNK sempre fez de melhor, principalmente nas iterações de 97, 98 e 99. Gráficos que, para a capacidade 2D do PS, eram estupendos. Jogabilidade perfeita. Muita ação. Sonoridade bem trabalhada. Enfim, um dos melhores games da biblioteca!

 

Castlevania- Symphony of the Night. Grandiosidade gótica em 2D. Os sprites animados estavam com tudo e mostraram o maior potencial do PSX em 2D com o novo Castlevania, que é por muitos considerado o melhor de toda a série. Cheio de opções, um castelo enooooorme e cheio de segredos, jogabilidades bem variadas. A  Konami (sempre ela) foi pefeita! Koji Igarashi é um mestre!

 

Legacy of Kain Soul Reaver. Gráficos full 3D e vampiros e mosntros. O novo game da saga LoK, o 1º da saga Soul Reaver, um game ótimo em muitos aspectos importantes. Embora tenha um uso excessivo das caixas, o personagem é praticamente um empilhador. Mas tem lances extremamente interessantes na jogabilidade desse game que o diferem de qualquer outro. Muita aventura!

 

Dino Crisis 2. Você com armas preso em uma selva com dinossauros. O que poderia ser mais interessante num game de ação em 3ª pessoa? Melhorando sobre o 1º DC em todos os aspectos, DC2 se tornou um clássico e um dos melhores gráficos do Play1. A Capcom fez um game que finalmente se diferiu do resto, apesar da premissa de jogo de horror. É um jogo que merece ser jogado por qualquer um.

 

Série Resident Evil. Cenários em destruição e aparente calmaria e perigo iminente. O título que redefiniu o gênero survival horror, criado por Alone in the Dark.  RE1 é puro terror. O 2 injetou boas doses de ação, seguidas e aumentadas exponencialmente pelo 3. Uma série que merece ser jogada do começo ao fim e que, até aqui, tinah uma das melhores histórias continuadas entre todos os jogos de videogame.

 

Série Crash bandicoot. Plataformas em seu ápice. Um jogo estiloso, com características únicas muito interessantes. Um game no mesmo nível dos clássicos Sonic e Mario. Só que em 3D. Tem uma linearidade que é uma coisa muito, muito, muito boa! E do 1 ao 3 cresceu de uma maneira estupenda, mantendo suas particularidades. Um ótimo game para toda a família.

 

Bomberman Fantasy Racing. Correr sobre bichinhos fofinhos não tm preço. Yoshi que o diga! Também não tem preço tascar bombas nos seus concorrentes.  Esse é um game para ser jogado por todos também, com corrida e muita ação e variedade, ainda mais no modo de 2 jogadores um contra o outro! Um ótimo jogo de corrida, mesmo para quem não gosta do gênero.

 

Xenogears. Um game especificamente bom por causa da sua história. Não que o resto não seja bom, mas à medida que a a história se torna mais proeminente, todos os outros elementos vão sendo deixados de lado. Ou seja, só para os amantes de uma boa (fantástica, a melhor) história. Quem é capaz de jogar um game pela sua trama. Xenogears, nesse caso, não é recomendado, é necessário.