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Porquê todo mundo é tão negativo? Sério, a maioria das coisas que eu leio é destacando o lado negativo das coisas. Eu queria eu mesmo ser imparcial. Mas eu sei que eu só falo das coisas boas, porque só falo das coisas de que gosto. Posso até passar pelas coisas ruins, mas elas são tão pequenas comparadas com as boas. E, sinceramente, é assim nos jogos de Sonic. As pessoas parecem nem pensar um pouco e analisar antes de criticar. Vamos ver algumas críticas sobre novos games de Sonic e comparar com os antigos.

Modernização

Existem muitas críticas na net contra Sonic em cidades e etc.. Inclusive críticas aos Adventure, que na época que saiu foi super aclamado. Mas nos antigos jogos de Sonic, ele andava em fábricas, cassinos, bases militares. Isso é urbano, então não é novo o Sonic correr por cidades.

Humanos

Também se tem criticado muito os humanos em aparições no mundo de Sonic. Elise, por exemplo. Mas Robotnik é humano. E ele é um dos personagens mais principais de todos. Por quê ele seria o único humano existente em todo o mundo? Além do mais, o ambiente urbano permite a existência de humanos no universo do blue blur.

Sonic fala!

O que realmente não tinha nos jogos clássicos. Exceto o que parece ser um “bubble” que Sonic fala ao pegar uma bolha nas fases aquáticas. Mas jogos 3D pedem vozes, praticamente, ainda mais na geração atual. Mario passou a ter vozes e ninguém nunca achou ruim. O problema real é as vozes não darem certo, serem mal sincronizadas ou a dublagem ser ruim. E é óbvio que, se os animais fazem aeroplanos, se tornam amigos uns dos outros e um ouriço é heróis, que esses personagens tem que falar. Podia ser só uns textinhos, mas com vozes fica mais completo.

Tamanho

Isso nem de longe é um ponto negativo. Um zilhão de vezes um game perfeito de 3 fases do que um quase bom de 254. Eu acho que grande culpa do Sonic ter jogos ruins vem da Sega tentar aumentar o tamanho dos jogos, porque hoje em dia o povo tá viciado em jogos grandes que demoram 3 anos, 4 meses, 455 dias, 1 hora e 2 minutos pra ser completados! Os antigos jogos de Sonic eram curtos.

Excesso de Personagens

Nos antigos jogos, cada um deles trouxe um personagem diferente. Primeiro o Sonic e o Robotnik e só. Depois o Tails (e o Metal Sonic), depois o Knuckles, depois a Amy. Só o Adventure que trouxe um pouco mais. Tá, era uma progressão pequena no número de personagens. Mas ainda assim sempre tinham personagens novos. E talvez esse aumento cada vez maior nessa progressão seja, exatamente, pra aumentar o tamanho dos jogos.

Excesso de comandos

Essa crítica eu não li em quase lugar nenhum. Ela é mais minha mesmo. Porque eu acho a série Rush muito, mas MUITO cheia de comandos. Cada jogo clássico do Sonic tinha uma inovação. O Spin Dash no 2. As bolhas com poderes no 3 (e o voo e o nado do Tails). Knuckles e todos os seus poderes no Sonic & Knuckles. E no Adventure teve o Homing Attack. E depois, a partir de level ups, Sonic ganhava o Light Dash que anda por argolas e o destrutivo. Bem, mais comandos não tem nada de ruin, desde que o jogo mantenha um desafio, facilidade de manuseio e diversão.

Câmera

Jogos antigos não tinham câmeras. Era bem mais fácil utilizar-se do personagem neles. Mas eu até acho que, dada a velocidade do Sonic, aliada a complexidade dos cenários, a câmera e todo o sistema de todos os jogos do Sonic são perfeitos e fenomenais! Porque é quase impossível acertar 100%. Ao contrário de quase todo mundo, eu nunca tive problema nenhum com a câmera dos Sonics 3D. Sonic é um jogo de corrida com muito mais complexidade e misturado com plataformas e ação. É um conceito que alia alta velocidade e complexidade e que deve ser muito trabalhoso. Eu acho que o Sonic Team fez foi milagre com o Sonic em 3D. E eu acho Sonic Adventure e o Heroes jogos muito melhores do que o aclamado Mario 64. Gosto de linearidade.

Linearidade

Nos jogos antigos você podia fazer o quê de mais? Backtracking? Na maioria das vezes você só podia voltar um pouquinho pra trás, só nas primeiras fases do Sonic 1 você podia voltar a fase toda. Vários caminhos pra se chegar ao final da fase e isso tem nos Sonics 3D. agora escolher pra onde vai nunca foi algo existente nos jogos Sonic. E a tentativa de adicionar isso resultou nas horrendas Adventure Fields, que quebram o ritmo do jogo.

Tem correria demais!

Em parte eu posso até concordar. Sonic deveria unir velocidade e plataforma, e não separar o game em partes de plataforma e partes de velocidade. Correr enquanto pula nas plataformas e mata badnicks. É esse o estilo do ouriço. Pra falar a verdade, no começo eu nem sabia dessa história do Sonic ser rápido. Só sabia que era um ótimo platformer diferente dos demais. Faz poucos anos que eu descobri que ele era veloz, coisa e tal, pelo que li na internet. Mas, sinceramente, eu não vejo um excesso de velocidade em nenhum dos games do Sonic.

É fácil demais

Não posso dizer nada quanto a isso, porque eu gosto de jogos fáceis. Mas eu acho que tem bastante dificuldade nos Sonics 3D com relação às quedas.

Design do Sonic

Sério, gente? Se você ver os três primeiros Sonics, em cada um os personagens estão de um jeito. Sempre há evolução no design dos personagens. Mario, Crash, qualquer personagem evolui pra se adequar à época, à medida que o estilo do personagem vai ficando cada vez mais sólido. Além do mais, 3D é uma abordagem diferente, que merece uma cara diferente.

Level desgin

Concordo plenamente. Design das fases é a alma do negócio. Tem que valorizar os personagens e gimmicks. Minha maior reclamação é com as fases de Cassino. Credo, o que fizeram com aquilo! No Mega Drive, todas as fases eram de plataforma. Não tinha uma única fase que destoasse do conjunto. Mas nos Sonic 3D adicionaram partes de aventura sem plataformices e pinball, que deveria ser um jogo separado ou mini-game extra, mas nunca vir no meio e cortar a ação do game, e ainda sendo obrigatório. Pra mim, o ÚNICO erro dos jogos de Sonic em 3D.

Músicas

Tá certo, as músicas dos antigos eram perfeitas. Não ligo muito pra músicas, mas pra mim rock combina com o estilo edgy e cool do personagem.

E só apertar pra frente e pronto

Mesmo nos jogos antigos tinham longas seções automáticas. É só exibicionismo. Mas ainda assim tem muitas partes em que você tem o total controle. E é certeza de que só apertando pra frente você morrerá.

História

Esse é um ponto complicado, de várias faces e diferentes visões. Por isso vou começar falando dos clássicos, quase sem história. Mas eles tinham uma trama, contada nos manuais de instruções. Mas in-game, a primeira vez que Sonic teve uma história aparente foi no Sonic 3 & Knuckles. Era bem simples. Então história é algo completamente desnecessário nesses jogos. Rogo que pulemos todas as cenas dos jogos do Sonic e nos foquemos só no gameplay. Porque Sonic é pra crianças também, então a história vai ser bobinha mesmo.

MELHORES JOGOS (Entre os que eu joguei)

12º Sonic the Hedgehog 4 Episode 2 – O episódio 2 de Sonic 4 faz muitas coisas certas, muitas delas a primeira parte já havia feito, mas também houve grandes melhorias, como gráficos e física. O jogo funciona muito bem, apesar de não trazer praticamente nada de novo. Ainda assim, ele traz técnicas de dupla com o Tails e alguns gimmicks em fases específicas.

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Prós: A física funcional

Contras: Falta de originalidade

11º Sonic Colors DS – pela volta em grande estilo

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Prós: Jogabilidade Sonic!

Contras: A tela pequena do Ds não combina com o jogo.

10ºSonic CD – por ser bem clássico num gráfico meio novo


Prós: Viagem no tempo nas fases

Contras: Fases esquisitas mal-conceitualizadas

Sonic Heroes – jogar em trio não tem preço

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Prós: Jogar em trio.

Contras: Casino e Bingo. São CHAAAAAAAAAATOS!

Sonic Colors – diferente, mas bom

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Prós: Novidades refrescantes sem perder a identidade

Contras: Em 2D você faz plataformas, em 3D você corre. Os estilos de jogo são muito separados e isso depõe contra a coesão do jogo.

Sonic Adventure DX – pela revolução

Prós: Boa jogabilidade com Sonic nos action stages.

Contras: Adventure Fields são um pouco chatos e a Casino também. E as Sky Chase são inúteis.

Sonic the Hedgehog – o início de tudo

Prós: Jogabilida intuitivíssima

Contras: Nada

Sonic the Hedgehog 2 – seqüência perfeita, fases temáticas e spin dash

Prós: Spin dash; mais zones, de 2 atos apenas.

Contras: Nenhum.

Sonic Generations – Pra mim essa é uma posição polêmica, por que o Generations é um jogo excelente e eu considero necessário explicar, então, por que ele não está em primeiro lugar. Não é por nostalgia. Inlcusive acho que a parte clássica está perfeita nele. Simplesmente, ele tem uma falha, enquanto não há falha nenhuma na trilogia/quadrilogia original. Eu quis dizer falha objetiva/imparcial. Talvez ele devesse, inclusive, ser posto abaixo do Sonic 1, mas ele é muito excelente e, também, a falha diz respeito à série a partir do 3, mas isso vai ficar claro.

Generations não é ainda um ressurgimento do Sonic por não ter um fator exploração bem implementado. Não que precisasse, mas é um elemento a mais (e um que S3&K tem de sobra) e, além disso, exploração é encorajada no Generations, através das estrelas vermelhas e caminhos alternativos. A falha está no fato de que, a despeito desse encorajamento, o jogo não parece ter sido feito com exploração em mento, com uma câmera restritiva, excesso de molas propulsoras e dashpads te empurrando pra frente, etc, etc. Desse modo, é como se o jogo estivesse brigando consigo mesmo. Ainda assim, é o melhor jogo 3D do Sonic (mas o Adventure tinha exploração melhor).

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Prós: Nostalgia

Contras: Não é perfeito

Sonic and Knuckles – Knuckles e gráficos liiiindos

Prós: Knukles

Contras: Nada

Sonic the Hedgehog 3 – muito mais habilidades, fases complexas e saves

Prós: Poderes novos, saves e etc.

Contras: Nada

Sonic 3 and Knukles – S&K + Sonic 3!

Prós: Tudo

Contras: Nada

E vocês, leitores, que acham?

(mais…)

Algumas dicas de filmes

Publicado: 28 de janeiro de 2011 em Listas
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Alguns filmes. Não vou listar muitos. São só algumas dicas, alguns exemplos. Também, tem tanto, mas tanto filme… que fica difícil!

Miss Simpatia (Miss Cogeniality): Um filme de comédia muito bom com a talentosa Sandra Bullock. É mais um daqueles filmes de mulher feia ficando bonita, mas mesmo assim é completamente diferente de qualquer outro filme desse assunto, porque mostra visões que diferem das comumentes vistas em filmes desse tipo. E é muito engraçado.

Trilogia O Senhor dos Anéis (The Lord of the Rings): Obrigatório a todo amante de cinema, a cinesérie é um fantástico mundo de fantasia baseado fielmente na mitologia Tolkeniana! E, mais que isso, um blockbuster gigantesco.

Terror em Silent Hill: O prefixo titular Terror fica por conta do povo brasileiro, mesmo. Baseado no game de mesmo nome, o filme conseguiu, incrivelmente, passar toda a marca de horror psicológico da série para as telas, sem se perder em simplificações e hollywoodices pastel.

O Chamado: É um filme interessante, com um clima misterioso e inexplicado, que realmente provoca muito suspense.

O Quarto do Pânico: Apesar de alguns clichês no final, é um suspense de primeira.

Final Fantasy 7 Advent Children: Um filme em CG que é só para os fãs da série Final Fantasy e, mais especificamente, da sétima versão da série. Mas muito bem feito em todos os quesitos, com lutas fantásticas. Um filme digno da Square.

Pânico na Floresta: Que é o mais básico que um filme de terror tem a oferecer. Mas tudo que se propõe a fazer, esse filme faz com mérito.

Abismo do Medo: Que é um filme de terror muito bem feito. Muito acima da média. E a continuação conseguiu manter a excelência.

DOA – Dead or Alive: A grande maioria das pessoas do mundo odiou esse filme. Eu adorei! Achei ele muito divertido. Gostei das lutas e do feeling geral passado por ele. E, sinceramente, depois de ter jogado DoA, não vi tanta diferença assim do game pro filme não.

Quarteto Fantástico: Simplesmente por ter sido o melhor filme de super heróis que eu já vi. Foi o que mais me cativou nessa onda atual.

O Código da Vinci: Sim, serei apedrejado em praça pública por Rubens Ewald Filho e/ou José Wilker. Tudo menos isso! Drama Maria-do-Bairriano à parte, eu gostei da adaptação cinematográfica da obra de Dan Brown pelas mãos do competente Ron Howard e com atuação do Tom Hanks como o fantástico personagem Robert Langdon. Claro que poderia ter sido bem melhor,  inclusive poderia ter aparado algumas arestas mais do livro e alguns absurdos (eu sinto que algumas coisas foram consertadas), mas nada de mais. E também, pelo caráter turístico da obra, bem que poderia ser um pouco mais colorido e mostrar mais a beleza das locações. Mas fora isso, foram competentes em sintetizar em algumas horas um livro.

Tá bom, acho que já chega. Foi uma boa pequena (ínfima) lista. E… fui!

Ótimos games para jogar no seu Super Nintendo (ou emulador Zsnes)…:

Super Nintendo/Snes/Super Famicon foi um console muito importante e um dos dois mais populares da áurea era 16-bits. E marcou a infância (e mais que isso) de muitas pessoas. Por isso resolvi fazer um set-list de melhores entre os melhores games do console. Não são muitos que podem ser encaixados nessa categoria, é verdade, mas ainda assim, há games fantásticos na caixa cinza da Big N. Chega de papo e vamos à lista:

super_mario_worldSuper Mario World: Que não poderia deixar de faltar. O game perfeito. Com certeza o melhor jogo do Snes.

Killer Instinct: Luta com muita qualidade. Elementos de Street Fighter e de Mortal Kombat e elementos novos únicos. Um clima próprio. Um jogaço, muito bem portado dos Arcades para o Snes!

Super Mario All-Stars: Que vale por causa do Super Mario Bros. 3 , que é um jogo fantástico, e aqui está com gráficos melhorados!

Chrono Trigger: Que é capaz de fazer qualquer pessoa gostar dele, mesmo as que não gostam de RPG. E, melhor de tudo, ele é EQUILIBRADO em dificuldade. Não é a doideira louca impossível que TODOS os outros RPGs existentes são.

Super Mario World 2 Yoshi’s Island: Mesmo tendo muito pouco a ver com SMW, é um ótimo jogo, com sacadas geniais. E, também, é um dos jogos que ficariam em 1º lugar em qualquer lista de melhores jogos tecnicamente no Snes. Tá certo que o estilo gráfico faz todas as fases parecerem mais iguais do que elas são de verdade… mas ainda assim é um jogo irrepreensível.

Série Top Gear: Os três jogos da série de corrida da Kemco para o Snes são soberbos. Citando: Top Gear, Top Gear 2 e Top Gear 3000. Se você gosta de corrida, deveria conhecer esses clássicos.

Star Ocean, Tales of Phantasia e Final Fantasy 6: Star Ocean e Tales of saíram para Snes só no Japão, mas já foram traduzidos por grupos de tradução. Final Fantasy 6 foi lançado no ocidente como Final Fantasy 3. Para os amantes de RPG, são um prato cheio (e difícil). SO tem um estilo de batalha que é, dependendo do modo como você joga: ou complexo-demais-você-nunca-vai usar-todas-as-opções-e-entender-tudo, ou simples-demais:-aperte-um-botão-repetidamente. ToP apresenta o estupendo Linear Motion Battle system, que é muito legal e interessante, embora tenha sido utilizado em demasia, pelo excesso de batalhas aleatórias. E Final Fantasy 6 é o básico do básico, mas tem o toque da Square transformando ideias simples em geniais.

Série Donkey Kong Country: A trilogia simian da Rare, em parceria com a Nintendo, é um ótimo jogo de aventura, nos moldes e qualidade da série Mario. E, ainda, inclui na jogabilidade o elemento cooperação de uma maneira muito interessante.

Sunset Riders: Um ótimo jogo de tiro com um tema pouco comum: velho oeste. É interessante e bem concebido.

Kirby Super Star: Um jogo incrível, maravilhoso, estupendo, tudo de bom! Na verdade, tem mais de um jogo no cartucho e todos eles são demais!

Final Fantasy 5: Que é um jogo muito muito muito bom (embora difícil no mesmo nível e enoooooooooooooooorme)! Adicionou o interessantíssimo e super funcional Job System… enfim… é Final Fantasy, falar mais o quê?

Série Mortal Kombat: Dispensa apresentações. MK 1, 2, 3 e Ultimate.

Demon’s Crest: Um ótimo jogo de aventura criado pela poderosa Capcom.

International Superstar Soccer Deluxe: Para quem gosta de futebol. Ouvi dizer que é muito bom. Eu não gosto de futebol, não posso falar muito.

Speedy Gonzalez: Neste game foi baseado o horrendo hack de Sonic 4 para Snes. Mas o jogo original é bom.

Biker Mice from mars: Corridas loucas e que diferem do comum até mesmo em jogos de corridas loucas.

Terranigma: Para os amantes de um bom jogo de RPG/ação, Terranigma é um prato cheio.

Série Street Fighter: Dispensa apresentações. Street Fighter 2 Turbo e Super Street Fighter 2.

Série Megaman X: O robôzinho azul da Capcom brilhou muito no console da Nintendo com suas plataformas difíceis e jogabilidade genial.

Super Metroid: Eu não gosto desse jogo, mas não posso negar sua importância e que ele funciona muito bem.

Firemen: Um jogo diferente em que você controla bombeiros e simplesmente pela sua originalidade já vale a pena.

Prehistorik Man: Um ótimo platformer com tema pré-histórico e gráficos bonitos.

Knights of the Round: Port do arcade de hack’n slash medieval da Capcom.

Captain Commando: Outro beat’em up da Capcom.

Ninja Warriors: Ainda outro excelente beat’em up.

Série Seiken Densetsu/Secret of Mana: Absurdamente incríveis jogos de RPG/ação da Square para SN.

Outros jogos dignos de se dar uma olhada são Metal Warriors, Gundam Endless Duel, Super Turrican e Super Turrican 2, Final Fight 3Aventures of Batman and Robin e Front Mission Gun Hazard. Clássicos do SN ainda incluem Goof TroopSuper PangSide Pocket.

Sobre Livros

Publicado: 29 de outubro de 2009 em Listas, Livros
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Eu preciso falar sobre livros, já que, provavelmente, no futuro, eu escreverei um.

Vou falar de alguns livros predeterminados.

Livros brasileiros: Ainda não achei nada que valesse muito a pena nesse mercado. Lúcia Machado de Almeida escreveu livros infanto-juvenis bem interessantes. Spharion e O Escaravelho do Diabo sãoos dois que eu já li, mas são juvenis, não é pra ser muito complexo ou interessante mesmo. Apesar de Spharion ter sido muito interessante, duvido que isso se mantivesse hoje. Houve também A Maldição do Tesouro do Faraó, de um tal Sérsi Bardari, que me parece que só lançou esse livro em toda sua vida. Eu me lembro de ser um livro infanto-juvenil muito bom, mas não me lembro dele muito bem. Além disso, tem tambem os livros do Monteiro Lobato do Sítio do Pica-Pau Amarelo, que são muito bons. Marcos Rey também me despertou algm interesse já.

Saga Luz e Escuridão: Muita gente se pergunta pra quê ler quando se pode ver um filme. Oras, quando o filme não é o bastante. E eu gostei tanto do filme Crepúsculo que li não só o primeiro livro, como também Lua Nova, Eclipse e Amanhecer, a série toda, de uma só vez. E lerei O Sol da Meia Noite se for lançado. Literatura romântico-sobrenatual estupenda. Só não agüentei ler o próximo livro de Stephenie Meyer, A Hospedeira.

Dan Brown: Indo contra todas as críticas, os melhores livros que eu já li são os dele. Quer dizer, Fortaleza Digital e Ponto de Impacto são muito fraquinhos, talvez ele só dê conta de se fazer espetacular quando escreve Robert Langdon. Mas com Anjos e Demônios e O Códio DaVinci, principalmente este último, ele me conquistou… e estou no agurado pro O Símbolo Perdido. Eu também achei os filmes legalzinhos.

As Crônicas de Nárnia: Ai, eu acho que só gosto de livros que tem filmes baseados neles… hahaha. Mas eu adorei os livros, todos eles. O Sobrinho do Mago, O Leão; A Feiticeira e o Guarda Roupas; O Cavalo e Seu Menino; Príncipe Caspian; A Viagem do Peregrino da Alvorada; Cadeira de Prata e A Última Batalha. Cada um deles é um clássico!

O Menino do Dedo Verde: Um clássico. TODO MUNDO PRECISA LER!!!!! Urgentemente! Páre de ler esse post e vá ler esse livro de Maurice Druon, depois você volta e comenta o que achou, vai!

Agatha Christie: A Dama Negra da Literatura é uma das minhas autoras favoritas e eu simplesmente adorei Morte no Nilo!

Sortilégio: Um livro de romance desconhecidíssimo, mas que é pra mim, na minha opinião, o melhor livro que eu já li. O livro que eu mais gostei. A autora se chama MAura Seger e o livro é simplesmente demais!

Sidney Sheldon: Ele é outro autor que é sempre perfeito. Todos os livros dele são ótimos, maravilhoso, até hoje não li um livro dele que não me fizesse vibrar de emoção a cada parágrafo.

Oscar Wilde: O livro que eu jpa li dele foi O Retrato de Dorian Gray, que é muito interesstante. Conta uma história interessante e ainda usa de pano pra discutir uma porção de outras coisas. Recomendo.

Poe: Egar Alan Poe é O Escritor de Terror. Ele escreve muito bem!

Clássicos que não consegui ler e não me interesso:
J.R.R. Tolkien: Amei o filme do Senhor dos Anéis, mas achei o livro muito chatinho.
J.K. Rowlings: Não gosto do Harry Potter.
Dostoievski: Até isso eu já tentei ler. Muito chato e difícil de entender.
O Nome da Rosa: O sempre citado clássico de Umberto Eco, pra mim, é uma chatisse e eu não consegui agüentar uma página daquilo.

Livros que ainda pretendo ler:
Morto até o Anoitecer (True Blood) de Charlaine Harris;
algum dos livros do James Rollins;
O Mundo Perdido de Conan Doyle (se eu conseguir achar um dia).

Tem alguns casos peculiares de leitura, como a trilogia Hamson de CS Lewis, que eu li o primeiro e é muito interessante e inteligente, mas à época não se conhecia o universo, portante ele se baseia no que se imaginava sobre os outros planetas. É muito legal, mas é estranho de ler. 20 Mil Léguas Submarinas é um livro muito interessante pelas previsões acertadas de Julio Verne, mas é muito chato, não acontece nada no livro inteiro. Dracula de Bram Stocker é outro livro que é interessante, mas com um estilo de leitura próprio que cansa às vezes. Shakespeare é outro autor que eu entndo pouco, e sinceramente não entendo todo o alarde em cima dele. Paulo Coelho tem uma leitura bem interessante, mas me parece que os livros dele são muito parecidos, e além disso é tudo muito místico.

Agora eu me pergunto: será que vale a pena ler As Crônicas de Spiderwick, Desventuras em Série, Hannibal, Os Sete Signos de Luz, Jurassic Park, A Bússola de Ouro, Brokeback Mountain, O Exorcista, O Diário da Princesa, O Diário de Bridget Jones, etc, etc, quando todos já viraram filmes? Por que o cinema tem essa mania de estragar a graça dos leitores fazendo filmes dos livros?

Auto-Marketing

Publicado: 14 de outubro de 2009 em Sobre Mim
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Eu escrevo, além de poemas/poeais, histórias em prosa. Só que elas são longas demais pra serem postas aqui. Então vou colocar só uns trechos e descrições delas e link para elas em outro site.

Chutes da Vida
Um pequeno texto sobre mãe solteira. Coisa pequenina, mesmo.

Chama Alada

Distraído com essa conversa, ele esbarra em um garçom. Se olham nos olhos e Vini desvia como qualquer tímido faria. Mas o garçom estava com uma bandeja e a deixou cair.
Vini, como bom moço, o ajuda a catar os cacos e restos.
Vini: _ Nossa, que ótimo começo, Vini, já entra no bar vazio trombando com as pessoas!
O moço se apresenta: _ Melhor você parar de falar sozinho, já que você não está sozinho. Meu nome é Fabrício.
Se dão as mãos.
Vini olhando o chão: _ Eu te atrapalho, te ajudo, você me faz uma crítica construtiva… dois a um, ainda te devo uma.
Fabrício olha a cara dele, pegando ainda um caco no chão, para se abaixar, para olhá-lo: _ Tem certeza que não saiu de seu rumo procurando um convento?

O Fantasma da Casa
Uma comédia muito doidaaaaaa.

_ Diva. Eu morri aqui. Sou uma assombração. Mas não qualquer uma, eu sou uma aparição ectoplásmica de classe. Que tal? _
Marih: _ Que mais poderia dar errado? Eu to presa numa casa com um espírito chamada Diva que é mau-humorada, verborrágica e gorda. _
Diva brava: _ Mau humorada é a mãe e… gorda, você acha? _ Fica fininha.
Marih: _ Não acredito que estou conversando com uma espírita louca e intocável. Eu vou dormir. _
Sobe para o quarto. Deita na cama e vai dormir. Diva atravessa a parede e fala: _ Mas você acabou de acordar. _