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Prince of Persia 2 Warrior Within

Prince of Persia Warrior Within é o segundo jogo de uma trilogia das mais importantes no PS2. E o ressurgimento de um ícone dos games, que há muito tempo não aparecia, e nunca antes teve uma aventura decente em 3D. O que foi completa e totalmente superado com o lançamento de Sands of Time, game anterior a esse e que deu início à fenomenal trilogia sands of time. Eu não joguei os outros dois jogos, portanto não posso comparar eles por nada mais do que leitura. E apenas por isso posso dizer que o terceiro jogo, Two Thrones, é o melhor dos três.

Warrior Witin foi muito criticado por deixar de lado o clima de conto de fadas existente no primeiro jogo, sendo um jogo muito mais sombrio e violento. Mas vamos ao review dele.

Jogabilidade

Vamos começar logo pelo aspecto mais importante e justificar logo esse review. Warrior Within é perfeito. Sem mais. Você no decorrer do game vai destravando vários movimentos, todos eles são bastante intuitivos e funcionais. E, além disso, tudo muito divertido. A câmera é algo absurdamente bem implementado. Você tem muito controle sobre ela, ela é bem estável e além disso não te deixa tonto como em quase todos os jogos totalmente poligonais. As respostas são precisas e os cenários/puzzles gigantescos do jogo são muito, mas muito bem produzidos. Com certeza uma produção genial. O sistema de batalha foi onde o jogo evoluiu sobre o primeiro em todos os aspectos. Agora você pode usar duas armas. A segunda delas vai se desgastando enquanto você usa e você pode perdê-la ou jogar nos inimigos. E depois pegar outra de um inimigo derrotado qualquer. Além disso, foi implementado um eficiente sistema de combos. E violência, com muitas decapitações e sangue. E uso do cenário, você pode pular em paredes e se rodar em mastros para atacar, ou derrubar os inimigos em buracos e armadilhas. Enfim, as possibilidades são quase infinitas. E ainda tem uns efeitos de câmera lenta muito legais que dão mais impacto ao jogo. Fora isso, a velha habilidade substituta do Continue está de volta, a habilidade de voltar no tempo. Assim como outras habilidades que são abertas no decorrer do jogo. E ainda tem as perseguições do Dahaka! Enfim… o jogo está perfeito nesse quesito.

Gráficos

Outro dos pontos de grande destaque da aventura. Embora não use de tudo que o PS2 tem a oferecer, é um dos melhores gráficos do PS2. Não tecnicamente, mas esteticamente. Truques são usados para disfarçar a incapacidade do hardware, como por exemplo os abundantes e estonteantes efeitos de iluminação. E funciona muito bem. A arte do jogo é toda fenomenal, os cenários e modelos de absolutamente tudo é muito lindo e grandioso. Pequenos detalhes se fazem notar. Com certeza um dos jogos mais bonitos de se ver.

Som

Trilha sonora que potencializa a experiência de verdade. Dublagem bem feita. Sons ambientes corretos. Acompanha a qualidade geral do game.

História

Nada muito incrível nesse quesito. Mas a trama não é só um motivo para puzzles descomunais. Vai um pouco além disso. Tem alguns pontos filosóficos (destino vs. Escolha). E tem uns ótimos plot twists. A trama, assim como o resto do produto, te mantém grudado do começo ao fim.

Conclusão

O único problema que encontrei no jogo foram os loadings, que eu achei meio demorados. E quando você morre tem um loading da tela de continue e depois loading do jogo de novo. O que irrita um pouco mas é um pequeno preço a se pagar por um jogo tão… fenomenal! Um dos melhores jogos do 128bit da Sony, impensável não ter.

Qualidade Ubisoft.

Prince of Persia Warrior Within

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Série Final Fantasy. Uma luta com um dragão. É esse tipo de grandiosidade e qualidade épica que se vê nos três games da série principal no PSX: 7, 8 e 9. O 7 é um clássico absoluto, com uma história interessante e emocionante. O 8 tem talvez os melhores gráficos do Play1, com uma história também muito bem trabalhada. E o 9 traz a nostalgia da volta ao passado.

Soul Edge/Soul Blade. Lutas com espadas e muitos efeitos especiais. O efeito de rastro das armas brancas é um luxo! Eu considero esse o melhor game de lutas 3D do Play. Ele tem uns golpes interessantes, gráficos totalmente 3D (não aquele fundo de papelão do Tekken no PS). E também tem personagens muito bacanas de se jogar. Além disso, tem um modo com missões especiais pra destravar novas armas. É muito bom.

 

Alone in the Dark 4- The New Nightmare. Um bom jogo de luzes e sombras. Uma história profunda e obscura explicada magistralmente nos documentos encontrados na mansão Morton, envolvendo ambição desmedida e abusos de ciência e poder. Dois personagens com jogos realmente paralelos (não como em RE2, mas paralelos mesmo). Um ótimo survival horror!

 

Silent Hill. Prepare-se para o bizarro, para estar em lugares inimagináveis. Para o terror. Se utilizando de idéias muito interessantes pra escapulir das limitações do hardware do PS1, a Konami trouxe um jogo de terror psicológico (o 1º deles) e com uma sonoridade perfeita criada por Akira Yamaoka. Silent Hill é um título único e recomendadíssimo.

 

Metal Gear Solid. Furtividade. Foi isso que Metal Gear Solid trouxe para os games. Se esconder atrás das coisas, não ser visto… apesar disso, tem muita ação. Gráficos que são muito bons (até mesmo acima do que se pensava que o PSX podia ir) e uma trama inteligentíssima completam a grande obra de Hideo Kojima e da, sempre competente, Konami. Perfeito.

 

Parasite Eve. Um jogo de terror chique. Com forte elemento de RPG. E uma trama muito, muito boa. E jogabilidade original. E o début de Aya Brea nos games. A série Parasite Eve sempre foi muito boa, e os dois primeiros games foram no 32-bit da Sony. Os gráficos são bem legais, apresentando locações da vida real (em Nova York), com uma trilha envolvente também.

 

Série The King of Fighters’. Lutas ferozes e estilosas em 2D. Personagens icônicos. A série KOF trouxe tudo que a SNK sempre fez de melhor, principalmente nas iterações de 97, 98 e 99. Gráficos que, para a capacidade 2D do PS, eram estupendos. Jogabilidade perfeita. Muita ação. Sonoridade bem trabalhada. Enfim, um dos melhores games da biblioteca!

 

Castlevania- Symphony of the Night. Grandiosidade gótica em 2D. Os sprites animados estavam com tudo e mostraram o maior potencial do PSX em 2D com o novo Castlevania, que é por muitos considerado o melhor de toda a série. Cheio de opções, um castelo enooooorme e cheio de segredos, jogabilidades bem variadas. A  Konami (sempre ela) foi pefeita! Koji Igarashi é um mestre!

 

Legacy of Kain Soul Reaver. Gráficos full 3D e vampiros e mosntros. O novo game da saga LoK, o 1º da saga Soul Reaver, um game ótimo em muitos aspectos importantes. Embora tenha um uso excessivo das caixas, o personagem é praticamente um empilhador. Mas tem lances extremamente interessantes na jogabilidade desse game que o diferem de qualquer outro. Muita aventura!

 

Dino Crisis 2. Você com armas preso em uma selva com dinossauros. O que poderia ser mais interessante num game de ação em 3ª pessoa? Melhorando sobre o 1º DC em todos os aspectos, DC2 se tornou um clássico e um dos melhores gráficos do Play1. A Capcom fez um game que finalmente se diferiu do resto, apesar da premissa de jogo de horror. É um jogo que merece ser jogado por qualquer um.

 

Série Resident Evil. Cenários em destruição e aparente calmaria e perigo iminente. O título que redefiniu o gênero survival horror, criado por Alone in the Dark.  RE1 é puro terror. O 2 injetou boas doses de ação, seguidas e aumentadas exponencialmente pelo 3. Uma série que merece ser jogada do começo ao fim e que, até aqui, tinah uma das melhores histórias continuadas entre todos os jogos de videogame.

 

Série Crash bandicoot. Plataformas em seu ápice. Um jogo estiloso, com características únicas muito interessantes. Um game no mesmo nível dos clássicos Sonic e Mario. Só que em 3D. Tem uma linearidade que é uma coisa muito, muito, muito boa! E do 1 ao 3 cresceu de uma maneira estupenda, mantendo suas particularidades. Um ótimo game para toda a família.

 

Bomberman Fantasy Racing. Correr sobre bichinhos fofinhos não tm preço. Yoshi que o diga! Também não tem preço tascar bombas nos seus concorrentes.  Esse é um game para ser jogado por todos também, com corrida e muita ação e variedade, ainda mais no modo de 2 jogadores um contra o outro! Um ótimo jogo de corrida, mesmo para quem não gosta do gênero.

 

Xenogears. Um game especificamente bom por causa da sua história. Não que o resto não seja bom, mas à medida que a a história se torna mais proeminente, todos os outros elementos vão sendo deixados de lado. Ou seja, só para os amantes de uma boa (fantástica, a melhor) história. Quem é capaz de jogar um game pela sua trama. Xenogears, nesse caso, não é recomendado, é necessário.