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re1Resident Evil: O game que iniciou tudo. Obviamente, é o que tem os gráficos menos bons, mas ainda assim, são ótimos. A mansão é, ainda hoje, soberba, lindíssima. Ele tem a jogabilidade perfeita RE, apesar de ser a mais travada da série. Tem sonoridade ótima também, geradora de suspense. Aliás, é o jogo que tem mais suspense entre todos os jogos da série Resident Evil, aliás, ele é o jogo que tem o clima mais denso e, portanto, é o melhor Resident Evil como jogo de terror entre todos os da série. A trama é simples, mas eficiente, apesar dos clichês. No geral, um ótimo jogo e um começo perfeito para uma série. Um verdadeiro clássico e uma obra-prima.

 

Resident Evil 2: Outra obra-prima, é o jogo que tem a melhor trama de toda a série, devido a seus inúmeros personagens. Eu, particularmente, considero Resident Evil uma das melhores histórias continuadas de games. Porque geralmente quando a história de uma game é boa, ela é única daquele jogo e não uma saga. Os gráficos melhoraram bastante do primeiro para o segundo, a jogabilidade teve leves melhoras. A sonoridade continua matadora. Muitas novas coisas foram inseridas, tornando o jogo menos climático e mais ação. Concluindo: em alguns pontos foi um passo atrás e em outros um avanço em relação ao primeiro game, mas de fato continua sendo um jogão.

 

Resident Evil 3: O jogo que trouxe mais inovações até agora. Apesar de haver pouca melhoria nos gráficos, o que não ruim, pois já eram ótimos. Os sons também continuam sendo envolventes, como sempre. A localidade do jogo é a cidade, o que dá mais variedade. E o aspecto que mais evoluiu foi a jogabilidade. Pra começar, te deram pólvoras e a opção de misturá-las pra fazer munição. Além disso, tem as Live Selections, opções de caminho a seguir. O próprio Nemesis é um elemento importantíssimo do jogo, te perseguindo, abrindo portas e atirando de bazuka. Só que o principal novo atrativo é a esquiva. Automática e divertidíssima (apesar de facilitar demais um jogo já fácil), ela é ótima. Outra coisa muito importante adicionada, e que tornou os jogos mais antigos um pouco defasados só por ter sido inventada, é a virada rápida de 180 °. A trama segue eventos antes e depois do 2, embora seja mais rasa, é interessante. O único problema maior de RE3 é que ele é curto.

 

Resident Evil Survivor: A primeira iteração em primeira pessoa da série é o único entre os RE 1st person que presta! Tem o clima do RE2, uma história clichê boa e uma jogabilidade digna. E tem mó clima.

 

 

Resident Evil 4: Apesar de ser o pior de todos os RE em todos os termos exceto a jogabilidade, ele é um jogaço. E mesmo com todas as mudanças drásticas feitas, ainda mantém várias características da série: puzzles estilo sem nexo típicos de RE, calmaria bucólica, até a jogabilidade de pra cima vai pra frente e pros lados vira forever foi mantida! Apesar de que a câmera mudou completamente (tirando um pouco a cinematografia) e fica só atrás do personagem (parece jogo de tiro/guerra). Mas tirando isso, ficou ótimo, muito parecido com Super Mario (em termos de jogabilidade). Eu achei. Me deixa.

Resident Evil Code Veronica:

Tem a tensão toda do Resident Evil 1 com a ação frenética dos títulos posteriores e continua a história da série, com ganchos incríveis no final. Também tem algumas inovações gráficas bacanas e muita cinematografia. Só senti falta da esquiva implementada no 3. Os gráficos estão um pouco ‘lavados’, por ser o primeiro RE totalmente em 3D, e não cenários pré-renderizados, como os antigos. Entretanto, esses gráficos 3D permitem que a câmera tenha um pouco de movimentação, deixando as cenas mais dinâmicas. Embora esse recurso tenha sido pouco utilizado.

Outbreak 2Resident Evil Outbreak File #2: Vou pular o primeiro Outbreak porque prefiro fazer uma lista só dos jogos que eu conheci dessa série que valem a pena. E o primeiro Outbreak é complicado, lastimável e injogável. Consertaram tudo na sequência e fizeram um jogo que, no mínimo, é divertido. Incluíram um tutorial no início do jogo e tornaram a jogabilidade offline mais divertida e menos mal-feita. Adicionaram boas novas áreas e agora dá pra selecionar onde começa o jogo e, principalmente, com que personagens jogar.

Resident Evil 0: Sem dúvida nenhuma um dos melhores jogos da série, e um exemplo de um bom Resident e de uma boa evolução. O jogo mais revolucionário de toda a franquia. RE1 e 2 experimentaram ter dois personagens diferentes para controlar, mas o 0 é o ápice disso. Nele, controlamos dois personagens ao mesmo tempo, com habilidades diferentes e puzzles feitos especialmente para utilizar-se dessa dualidade. re0Além do mais, há a novidade de se poder colocar e pegar os itens em qualquer lugar (mostra no mapa onde os deixou), tornando os baús obsoletos. Nada mais de precisar voltar atéeeee um baú só pra poder pegar algo que precisa. O jogo ficou muito mais dinâmico. E os gráficos estão fenomenais. A história é muito boa, as pessoas a subestimam pelo elemento bizarrice, mas eu acho que a bizarrice, quando bem utilizada, eleva o terror, e eu acho que ela foi bem utilizada, tanto aqui quanto no Code Veronica. Além de ter achado a história boa, também achei que ela foi bem contada, na verdade é o melhor storytelling que eu já vi em um RE, as cenas são fenomenais. O problema é a escassez delas nas primeiras horas do título. O jogo pega fogo em seus momentos finais, que estão cheios de surpresas (algumas nostálgicas), o ritmo no final é muito bom. Antes dos momentos finais, nem tanto. Também achei ótima a adição dos zumbis leechers, eles são ótimos. A sonoridade do jogo, como de toda a série, é absurdamente boa. A jogabilidade é ótima, apesar dos puzzles estarem mais fracos do que de costume nas primeiras horas de jogatina (melhoram depois, também). Achei o level design incrível, também. Para finalizar, o game peca no quesito horror. Jogar de dupla tira o suspense dos cenários, isso fica bem visível nas partes em que se controla um dos personagens separadamente.

REmakeResident Evil Remake: Da série “clássica”, esse é o RE de que eu menos gostei. O que significa que só achei o RE4 pior do que ele (depois do 4 nem conta mais, pras mim). Não é um jogo ruim, longe disso, ele é excelente. Só que eu me decepcionei. Acredito que não tenham conseguido usar o fator nostalgia bem, e também que exageraram na ambientação. Também percebo que o jogo foi consideravelmente aumentado pelas áreas e puzzles novos, mas a quantidade e colocação dos baús não me pareceu a ideal. Enfim, o level-design não me pareceu tão inspirado. Mas o que realmente fala contra o jogo é que ele é pior do que o jogo no qual se baseou, e nem consegue ser bom por si mesmo. Ele é muito parecido, também, com RE0, apesar de ter saído antes dele. Ambos estavam em produção ao mesmo tempo. Sendo objetivo e não me apegando a datas, RE0, que tem um estilo visual muito parecido e uma jogabilidade mais moderna, é o melhor dos dois. Mas não estou aqui pra fazer comparações. Só esperava que o jogo fosse melhor do que um jogo lançado a mais de dez anos atrás (o RE1 original), mas o RE1 original é MUITO superior, pelo menos na minha opinião. O que não tira os méritos do Remake. A ambientação é muito bonita e variada, e as cores são vibrantes. Além do mais, eu gostei da ideia das armas de defesa e dos puzzles e acontecimentos novos (e de algumas pequenas mudanças nos antigos). No geral, um bom jogo.

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Mortal Kombat: Apesar do relativamente baixo orçamento, a trama do filme, baseada integralmente na do primeiro game, foi muito melhor do que de costume. Também teve lutas interessantes (é baseado num jogo de luta) e maneiras interessantes e criativas de incorporar os ingredientes dos games no filme. Além de Christopher Lambert no elenco, os outros também são bacanas. As caracterizações são boas e só em alguns momentos os FX ficam toscos (isso é um elogio). Eu sou adepto dessa ideia de fazer um filme exatamente com a mesma história do game e de fazer um filme baseado em um só game . E sou mais adepto ainda de adaptar filmes de jogos de luta. Isso porque, de todos os estilos de jogo, os de luta são os que tem menos foco na história e ela é menos contada, logo é mais interessante para a equipe de produção preencher e fazer uma trama onde antes havia só uma colcha de retalhos. E Mortal Kombat tem o que é uma das melhores e mais interessantes tramas do mundo dos games (ou potencial para isso). E esse filme, baseado no primeiro e o game com a história mais simples, fez isso muito bem.

Final Fantasy 7 Advent Children: Também sou muito adepto de fazer um filme-continuação de um game, se encaixando na linha histórica. Mas pra isso tem que ter a equipe original, pelo menos o criador original, trabalhando junto com os cineastas. Aliás, eu acho que toda adaptação deveria ter como consultor o criador da franquia original. Final Fantasy não é um filme de verdade (é uma animação), mas é muito bem feito e merece estar na lista. Ele não é nem sequer um “menos pior”, mas é um dos melhores mesmo. Tem uma boa trama (apesar de ser feita para os fãs do 7º FF, tem boas cenas e aspectos técnicos impecáveis.

Final Fantasy The Spirits Within: Esse filme foi muito criticado por não ter nada em comum com nenhum dos games da série. Mas nenhum dos games da série tem nada a ver um com o outro. São fan-bases diferentes e seria um tiro no próprio pé escolher um dos games pra fazer um filme. Então fizeram um filme completamente original. Ficou muito bacana. Tem uma trama boa, ação, bons personagens e gráficos incríveis (técnicamente mais incríveis que os de Advent Children, mas esteticamente inferiores).

DOA Dead or Alive: Serei crucificado por incluir este filme na lista. Mas eu gostei. Fui jogar o game e descobri que grande parte da (ínfima) storyline do jogo está lá no filme. E o filme tem uma estética muito bacana. Apesar de um horrível conceito girl-power, não chega a estragar a película. Além do mais, as caracterizações estão boas, as lutas estão soberbas e tudo tem um ótimo ritmo. E vários detalhes do game foram adaptados às telonas de forma dinâmica.

Prince of Persia: Bem mais ou menos. Mas realmente adaptou muito do que os games tem de maneira relativamente satisfatória, e isso vale para os fãs. Não é um bom filme, mas é uma boa adaptação.

Resident Evil: Sim, mas só, apenas, somente o primeiro filme. Porque eu acho que dá pra encaixar ele na cronologia REviliana, já que ele pode se passar homologamente ao 1º game e terminar no começo do 2º game. Além do mais, tem alguns momentos de tensão (embora tenha predominância de ação) e um pouco de terror. E até que tem uma história aceitável.

Tekken: Outro exemplo de péssimo filme, mas boa adaptação. Apesar de que tem erros horríveis até mesmo nesse quesito. Yoshimitsu, por exemplo. Na verdade, só as lutas e caracterizações se salvam nesse “filme”.

Tomb Raider: O primeiro filme de Lara Croft (vivida por Angelina Jolie) nos cinemas foi interessante. Não fez nada além de bem à imagem da arqueóloga e foi, no geral, um bom filme-pipoca.

Silent Hill: Essa não é das menos piores, é A Melhor Adaptação de Game para Fime. Ficou muito bom. Eu não botava fé nessa! Para mim, o que a Konami fez com o primeiro Silent Hill foi um milagre impossível de ser repetido. A Konami ter conseguido fazer isso de novo com os próximos SH me deixou estupefatíssimo! Mas tudo bem, pelo menos eram o time original. Agora outra pessoa fazer isso, definitivamente era improvável, mas Roger Avary e Christopher Gans conseguiram!  Fizeram uma adaptação da trama do primeiro Silent Hill, mas incluíram elementos do segundo e até do terceiro jogo para tornar a coisa mais cinematográfica. Eu acho válido, já que eles estão fazendo um filme, tem mais que valorizar o produto ao máximo mesmo. Muito do game foi adaptado ao filme e os realizadores se mostraram absolutamente conhecedores da linguagem do cinema, adaptando coisas (como Harry se tornar Rose, por exemplo). Por fim, toda a estética do filme se manteve e ainda chamaram o inigualável Akira Yamaoka (o original dos games) para compor os sons do filme. Muito bom! E ainda tiveram a coragem de não fazer um filme completamente comercial e deixar o final bem ao estilo Silent Hill. Eu aplaudo de pé a Konami por ter sabido dar os direitos de sua série para alguém que realmente sabia o que fazer com eles no cinema. O elenco, apesar de desconhecido, também brilha. Só teve dois pequenos problemas. Um é que, pelo alto número de mulheres no filme, a produtora exigiu a existência do personagem Chris. E, apesar de eu não ter achado particularmente ruim, houve pessoas que reclamaram. Eu não sei como ficaria claro para o público a ideia de realidades alternativas sem a cena de Rose e Chris na escola. O outro é que o filme não faz algo que os games fazem, que é ligar os visuais e modos de agir dos monstros e locais com a psique de algum personagem, fazendo ter significados mais profundos para o terror. Era algo que eu gostaria de ter visto. Mesmo é um filme altamente recomendado para os fãs de SH, fãs de terror e fãs de bons filmes. Só recomendo que fujam da continuação, Revelação, filme horrível.

Sobre Resident Evil 4

Publicado: 21 de novembro de 2010 em Games, Review
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Residenet Evil 4 é um ótimo game, mas um péssimo residente vil, isso é verdade. É verdade também que é um game que deveria ser feito. Mas só para depois nunca ser tentado de novo. Simplesmente porque qualquer outro game parecido com RE4 é simplesmente redundante e vai parecer uma cópia dele (assim como RE5). Simplesmente porque RE4 é, como game (por game entenda-se gameplay): perfeito.
Entretanto, queria alertar para o fato de que Resident Evil, o original, aquele estilo característico, faz falta no mundo dos jogos. A pergunta é: A Capcom agora vai fazer RE para os fãs ou para os jogadores de jogos de tiro? RE nunca foi um jogo de tiro mas é isso que RE4 é. A Capcom até poderia ir pelas duas vertentes e fazer uma série de RE spin-off (ala RE4, ala a série Survivor) e a série principal separadas. Os únicos jogos que mantém viva a chama do terror estilo RE são Fatal Frame, Siren e Silent Hill, e alguns estão tomando o mesmo rumo que RE4 (Silent Hill p.ex.). E, ainda, nenhum deles tem a mesma abordagem de RE, biológica e não sobrenatural.
POR QUÊ?
RE4 é um shooter genérico. Há vários jogos quase exatamente iguais ao RE4, depois de seu lançamento. Antes mesmo já havia shooter de se matar monstros a doidado. RE sempre foi diferente disso. E eu acho desse modo melhor. E, com certeza, muita gente acha.
COISAS PARA NÃO SE REPETIR NUM RESIDENT EVIL
• O herói principal ser um Chuck Norris: Leon exageradamente badass. Transformou o game num game de pura ação. Sinceramente, eu ri. Ri muito e falei “ah tá” quando o Leon pulava de uma altura de 256 metros, quando ele acertava uma faca numa corda lááááá longe… é ridículo e tira alguma seriedade do game.
• Inimigos com aparência humana: porque deixa o game com feeling de shooter, mais um pouco. Não basta os inimigos serem espertos, ainda parecem humanos. Ficou parecendo “Medal of Honor: Biologic Break”.
• Monstro ala Hobbit: Alguém me diz como se encaixa um monstro gigante ala a Terra Média do Tolkien num jogo de terror?
• Câmera em cima do ombro: simplesmente porque não fica legal estetica e climaticamente.

• História idiota: pra começar, usar a coisa mais idiota do mundo: sequestro da filha do presidente. Isso é RIDÍCULO! Simplesmente não existe ideia mais ridícula e mais Sessão da Tarde! Fora que nada do que acontece no game depois disso faz o menor sentido. A única parte que tem alguma coisa pra se pensar é a parte em que a Ada quer os Las Plagas a serviço do Wesker. Só. Pelo menos tem falas legais de badass, sempre bem vindas.
• Por quê zumbis são mais assustadores do que Ganados?: Porque uma porção de zumbis com bocas pequenas te comendo é uma morte muito mais horrível e assustadora de se ter do que ser fincado por um rastelo ou levar um tiro e morrer praticamente na hora. Ficou parecendo que eu estava jogando um jogo de tiro contra vários serial killers (note: não disse jogo de fugir de serial killers tipo Clock Tower, disse jogo de TIRO contra serial killers).

*E zumbis também são seres mais tristonhos. Como voê está ali na cidade, vendo, eles eram pessoas que foram transformadas em seres putrefatos. E o jogo te dá o clima perfeito de decadência. Enquanto os ganados são basicamente demônios. São basicamente pessoas hipnotizadas e não mais arruinadas. Não tem mais o clima de tragédia humana.
• Lugares abertos: que também tiram o medo. Tá certo, que a isolação e o silêncio continuam presentes. Mas ainda assim, os espaços são muito amplos. Poderia ter espaços amplos e alguns mais apertados. Porque a sensação de claustrofobia sempre foi um dos pilares de RE.
• Beleza gráfica mas sem beleza: é óbvio e inegável que RE4 tem gráficos soberbos. E também é óbvio e inegável que os três primeiros RE tem lugares muito mais bonitos e interessantes do que o RE4. Esse não é o foco dele. É uma coisa perdoável. Mas os lugares poderiam ter sido feitos pra ser bonitos que só aumentaria ainda mais o brilho desse jogo.
• Cenas de ação sem graça: Tá certo, tem muita graça um machado vir pra cima de você e você ter que desviar na hora. Mas nem chega perto de um trem descarrilar com você dentro.
• CGs feias: que cenas em computação gráfica feias do caralho! Esperava mais.
* Opção de mira automática, para quem não é fã de jogos de tiro mas é fã de Resident Evil poder jogar. Seria legal, mas as outras sugestões são mais importantes.
* Puzzles, RE4 tem alguns, mas deveria ter mais. Já que grande parte do RE4 é ir de um ponto a outro com foco só nos combates. Repetitivo, portanto.

*Você não, em sã consciência, acha que RE4 é um salto. Não é possível acreditar que, se RE tivesse seguido o avanço gradual que vinha seguindo, com o acréscimo da virada rápida e esquiva no 3, zapping system no 0… que em algum momento o resultado dessa evolução seria isso (RE4) né? Uma dica: não seria. E faça um exercício: imagine esse jogo (RE4) sendo lançado com outro nome, digamos The Village, e o personagem principal se chama, digamos, Adam. Ninguém vai fazer nenhuma ligação com RE, por que ficou uma coisa completamente diferente. A Capcom se tornou extremamente incompetente em modernizar sem perder a essência.

*RE foi diminuído em relação ao que era antes. MUITO diminuído. Antes era um jogo de ação e tiro com elementos de terror, puzzles e gerenciamento de inventário. Em RE4 a única coisa que cresceu foi o sistema de batalha. O resto todo foi tirado do jogo, portanto ele se tornou algo muito menor. E que tem menos valor, por que antes o design era algo muito impressionante, via-se que muito raciocínio foi utilizado ali (nos level designs dos RE antigos).

Acho que a Capcom fez um ótimo serviço com RE4, mas ainda tá faltando ela provar que consegue revitalizar a série Resident Evil, porque isso não pode ser considerado revitalização, mas sim um outro jogo, completamente diferente. Poderia nem se chamar Resident Evil, que não faria diferença. E eu simplesmente odeio a ideia do fim da Umbrella. Quem foi o IDIOTA que teve essa ideia?
O que eu esperava de RE4 era uma mudança que não destoasse completamente do que a série era, assim como aconteceu com Resident Evil 3 e a inclusão de movimento de esquiva, mistura de pólvora, live selection e Nemesis. Ou o que aconteceu com RE Code Veronica, que incrementou muita ação no jogo, sem perder sua essência. Ou mesmo o RE 0 e o zapping system.
Pra finalizar, RE4 é um jogaço, muito bom. Mas ainda tá faltando um novo Resident Evil.

P.S.: A foto é de RE4 beta, que é o que um RE next-gen deve ser.

P.S.²: Isso tudo sem contar a ‘promessa’ da frase do Leon no fim do RE2: “…this is just the beginning.”. E aí o que acontece? Resident Evil Code Veronica. Mas a frase foi dele, então faltou ele. E se era só o começo, deveria ter muito a ser contado ainda. Prometeram e não cumpriam, porque logo acabaram com a Umbrella (e com a graça da trama).